domingo, 4 de julho de 2010

Da série: A arte de fazer amigos


Hola, como estás querido blogueto!

Hoje vou falar de uma mística há muito tempo esquecida: a arte de fazer amigos. Todos acham que á muito simples construir amizades, sá procurar aqueles com mais afinidade ou continuar convivendo com outros que cresceu junto e a vida impôs a sua amizade.

Mas nao é bem por aí. Amigos nao se medem em espaço de tempo, em quantidade e, sim, em qualidade. Nao é por que você conhece alguém desde o maternal que ele é seu amigo. Talvez quem você conheceu há um mês na fila do dog pode ser o seu melhor companheiro e nem ter se dado conta disso.

Amigos sao capazes de ficar longos minutos em silêncio sem se importar, dividir experiências únicas e sempre aprimorar a amizade. Intimidade existe para ser quebrada. Afinal, nunca se sabe quando voce vai vomitar rosbife na frente dele ou dividir suas agonias no momento da cólica intestinal.

Amigos vem e vao. Sao passageiros. Algumas amizades sao justamente especiais pelo pequeno espaço de tempo que duraram. É sempre bom estar aberto às novas oportunidades e encontros da vida. Quando se fecha a cara e anda de cabeça baixa, você perde chances de talvez encontrar um amigo até mesmo na rua.

Por isso, fique esperto. Um grande amigo está sempre escondido por aí: na promoçao da balada, no trabalho perdido, na fila da biblioteca ou na agonia da madrugada. Afinal, todos precisam de alguém para segurar a porta do banheiro, em um momento de aperto.

ps.: desculpe a falta de acentos. problemas técnicos de localizaçao.

domingo, 27 de junho de 2010

[foda-se]


Oie!

Eu não vim aqui falar de nada específico... Acho que hoje fui pega pela depressão de domingo! E olha que o Fantástico nem acabou ainda e amanhã eu não preciso ir trabalhar porque que pedi demissão! Aliás, um beijo grande pra todo mundo que já pediu demissão pelo menos uma vez na vida, porque não é tão fácil quanto parece!

Enfim, tenho orgulho de dizer que é a SEGUNDA vez que eu peço demissão pra ir viajar. Se bem que a primeira vez foi mais porque eu trabalhava com o sobrinho distante do CAPETA e queria exorcizar aquela zica da minha vida, muito mais do que só pra ir viajar.

Eu e Ana Maria Maricota partiremos para a terra dos hermanos-rivais-maledetos-de cabelo tenso logo menos, em uma semaninha e nos arriscaremos em uma aventura louca! Torçam por nossa sobrevivência, porque eu tô bem me vendo arrumar briga por causa de futebol.

Acho que eu queria passar a saudável mensagem de que, às vezes, a gente sacrifica algo - um emprego, por exemplo - pra achar algo diferente, que vai ser melhor, ou pior, ou mais divertido, enfim, que vai quebrar uma rotina que pode matar a gente. Esse é o segredo: não deixar a rotina tomar conta de você. Às vezes faz bem tocar o foda-se

Uhul! Tô me sentindo muito aventureira, uma louca!

Bem, era isso...

Beijo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Se fode ae, bonzão!


Hoje eu tô on fire e ai de quem quiser me impedir! Se o Luis estivesse por aqui, eu pediria uma maria mole caprichada!

Depois de falar da galera sem noção que fica de "mimimi" o dia todo, de "blábláblá" em todos os cantos, quero falar dos amigões desses aí: os bonzões. Sabe aquela historia de que todo mundo tem um amigo mentiroso, um amigo gordinho engraçado (opa!) ou, sei lá, um amigo meio viado? Então. Todo mundo tem um amigo meio BONZÃO.

Deixe-me descrever o bonzão. Ele (ou ela) está sempre por cima, sempre sai na vantagem, sempre tem as melhores ideias; o que ele faz é que é bom, o que você faz é um lixo perto do que ele faz; aliás, ele não faz, ele executa, porque isso o faz parecer ainda melhor do que ele é - ou acha que é. O bonzão não faz nada, tem quem faça pra ele, o cara - ou a menina - é sempre o dono da situação. Incrível! Ai, como o bonzão é descolado, não?

Não.

O bonzão aqui, sobre o qual venho falando como uma chata também é conhecido, na rodinha, como o mala. E acho que todo mundo sabe o que isso significa. Ele pensa que é malandro, mas não é, o que faz dele um perdedor. Pensa que manda na situação, mas não manda, o que faz dele meio patético - pra não falar pior.

Esse nosso amigo fala bastante, mais que a boca, é cheio de histórias e tem toda a atitude de quem manda no mundo. Ele é tipo um argentino, saca? Olha, eu vou para a Argentina em pouco tempo, e minha maior dificuldade será lidar com as caras desses filhos-da-mãe, essa cara de "É, eu sei. Eu sou foda." Vai ser complicado.

Mas sabe qual a melhor vantagem de ter o amigo bonzão, e conviver com ele? Assim como quando a pessoa que fala merda toma uma bronca pelo que diz, não há nada melhor do que ver o bonzão cair do cavalo! Tomar uma rasteira, se ferrar, se dar mal. Ser dominado pela situação, levar o toco, tomar o golpe, ser o idiota da vez, caindo na rede de um outro bonzão.

E aí, cara? Você não é o foda? Como fica agora?


Yada, yada, yada


Ôpa!

Diz uma coisa pra tia aqui. Por que tem gente que não consegue calar a boca? Não estou me referindo exatamente à pessoas que falam muito. Repito: não estou me referindo EXATAMENTE. Falo daquelas pessoas que só abrem a boca pra falar merda, e quanto mais elas falam, pior fica, e quanto mais elas elaboram, a merda cresce.

Eu sou do tipo de pessoa que, às vezes, fala muito, outras, pouco, e tenho minha cota de bobagem falada diariamente, mas aqui trato de um tipo de gente que simplesmente não dá pra conviver todos os dias. É quase uma nova espécie de ser humano, e nada evoluído - como um primata que só sabe arrastar as mãos e vomitar idiotices.

Impossível que eu seja a única - e sei que não sou - mas gente que fala demais irrita muito. Aquela pessoa que quer conversar com o professor, junto com a sala toda, sobre a real intenção de Umberto Ecco, ao escrever Apocalípticos e Integrados. Vai pra casa, filho da puta! Lê a merda do livro e marca um encontro com o professor no Frans Café! Não vem encher o saco no meio da galera!

Isso é só um exemplo de gente que não se manca que está falando além da conta. Exemplos famosos disso: Faustão e Galvão Bueno. Pronto. Tem gente que acha que é maldade ficar falando de quem abre demais a boca. Tem dó? Vai lá trocar uma ideia com o Galvão Bueno sobre, sei lá, a Copa de 98, ou vai bater um papo com o Faustão sobre... Melhor, tenta bater um papo com o Faustão sobre qualquer coisa. Se você conseguir, me liga!

Acho que o silêncio está perdendo o seu valor. As pessoas preferem falar e provar que são idiotas do que ficarem caladas e deixar os outros na dúvida. Sigam um pouco da filosofia de vida de Homer Simpson, que sempre bate pequenos papos mentais com a sua própria cabeça antes de agir. Mas como ele é meio burro, não funciona. Seja parcialmente como ele.

Eu voto no silêncio. E sabe o que mais? Vou mandar um abração pra galera que insiste em falar que "ai, essas vuvuzelas da Copa do Mundo são muito irritantes!". Pessoal, sou mais uma vuvuzela fritando meu tímpano do que um pentelho reclamando de um barulho que ele escuta pela televisão.

Dica: botão "mute", abrace essa ideia.

Beijos.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Não espero mais nada da vida


Vuvuzelas me acudam. Sério.

Preciso de um som ensurdecedor em minhas orelhas para desviar meu pensamento do CHOQUE que eu sofri agora. A vida é cheia de artimanhas. Sabe? Você dorme mal a noite, nem dá pra usar o verbo "dormir" na oração propriamente. Vai pro seu futuro ex-estágio, faz trocentas coisas, faz uns corres loucos pros trabalhos da faculdade e se estressa mais ainda com outros.

Faz provas, toma Ice Tea no ouvido e se fode na vida. Aí, você chega em casa e o que é obrigado a descobrir?

Danielle Winits aumenta tatuagem para homenagear o namorado, Jonatas Faro

Porra, Danielle! Porra, Winits! Porra, vida! Que merda é essa? Alguém me explica? De verdade, o que leva uma pessoa a cagar na vida dela tantas vezes? Só eu vejo que ela tá pegando um mulecote? Que ele é praticamente imberbe? Que ela tem um filho de colo? Que ela era namorado do Marco Mastronelli? Que só eu lembro disso?
A tatuagem é brega, tudo isso é ridículo. Meu deus. Isso supera até a seleçãozinha "I love jesus" do caralho. Nada contra jisãs.

Obrigada pela atenção

ps: Vejam o NÍVEL da troca:


Já que ela tem todo esse instinto maternal, pegando o moleque pra criar, por que ela não cuida do próprio filho? Ah, já sei! É por que o Cássio fica ainda mais gostoso nessa vibe "pai solteiro". Valeu, Danny. Nesse você mandou bem. Serião.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Que beleza de Copa!


Luis!

É fato quase consagrado que essa Copa do Mundo, em termos técnicos, está uma porcaria! Tirando o time alemão e as individualidades argentinas, o mais importante torneio da Terra está sofrível.

No nosso querido boteco China, já foi posta a discussão se ela será pior que a de 1990. Se lembrarmos que na Itália existia um punhado de craques, então, a primeira copa africana já tem seus dias contados. Afinal, tinhamos: Maradona, Cannigia, Matthaüs, Klinsmann, Völler, Illgner, Van Basten, Gullit, Rijkaard, Koeman, Lineker, Gascoigne, Milla, Butragueno, Preudhomme, Scifo, Renato Gaúcho, Valderrama, Higuita, Rincón, Vialli, Zenga, Maldini, Baresi, Baggio, Savicevic, Hagi, Raducioiu, Brolin, Ravelli, Francescoli....

E hoje? Acredito que as poucas belezas da Copa são as belas mulheres dinamarquesas e holandesas, que hoje, foram a melhor coisa daquela partida.


Se não vai no futebol, um brinde as mulheres!


A conta!

Ô, vida amargurada!


É, meus queridos, o mundo é muito injusto! Vivemos em uma sociedade em que a imagem, o talento mínimo, a sorte, podem fazer de você um cantor, ator, modelo, ou empresário de sucesso... O que dizer então, quando a pessoa não é nem cantor, nem ator, nem modelo, nem empresário, nem nada, mas acaba tendo sucesso sendo um pouco de tudo. O pior, nem bonita e nem gostosa é!

Pois bem, meus caros, é o caso da nossa ilustríssima colega Preta Gil. Alguém aí sabe dizer o que ela faz da vida? Pois bem, agora eu sei! Aparentemente trata-se de uma belíssima jornalista esportiva. Sim, é verdade!

Não é segredo para ninguém que esse blog é formado por estudantes de jornalismo. Pessoas que lutam para conseguir um diploma para exercer essa honrada profissão (mesmo que para isso não seja necessário um diploma). Por isso, talvez, a raiva ao ver isso:

http://pretagil.blog.terra.com.br/2010/06/14/gol-de-cacau/

Pois é, a nossa idolatrada filha do Gilberto Gil possui um blog sobre a Copa do Mundo. E o pior, para escrever coisas do tipo: "Devo confessar que eu gostei do que eu vi, principalmente pelo quarto gol, que foi marcado por um brasileiro naturalizado alemão chamado, nada mais nada menos, que Cacau, apelido do meu marido!"

Diante deste belíssimo cenário, sou obrigado a concordar com a alma maravilhosa que postou o seguinte comentário sobre o post da amada Pretinha: "Ô Jabulani… vai comentar trio eletrico sua chupeta de baleia…coisinha sem talento". Juro que não fui eu!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Passando a régua



Póóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóó!!

É ao ritmo de vuvuzelas que eu começo este saudoso post - saudoso, pois marco aqui o fim das polêmicas e conturbadas enquetes: melhor cerveja de garrafa, lata e o melhor petisco. E abro passagem para outra um tanto quanto atrasada: quem será o campeão da Copa do Mundo?

Mas, assim como Jack, vamos por partes. Primeiramente, venho anunciar que no quesito Melhor Cerveja de Garrafa, a Brahma ganhou de lavada de suas oponentes - não teve pra ninguém. Com um placar elástico de 13 votos contra os míseros 4 da Bohemia. E na lanterninha a Skol, com apenas 1 solitário.



Já na categoria Melhor Cerveja de Lata, a disputa foi mais acirrada. Com nova vitória da Brahma com 8 contra os 6 votos da Itaipava! Quem diria, não é mesmo Cadelão? Zombaram de mim quando expus meus gostos, mas a voz do povo é a voz de deus. E não é que não estou sozinha nesse paladar bizarro? Skol e Bohemia também pontuaram, ambas com 4 pontos cada.




Agora, no tão esperado quesito "Melhor Petisco" a competição foi realmente séria. Todas as opções foram votadas e quase a decisão teve que ir para os pênaltis! Mas quem ficou com a taça "Papo, pinga e petiscagem" foi realmente um dos (muitos) amores da vida do nosso (magro) companheiro Melloni: Torcida Jalapeño. Seguido bem de pertinho pela Ruffles Churrasco, a Pringles Páprica, a zebra linguiça e o já tradicional Steak de Frango.



Agora, chega de saudade e vamos falar de Copa. Que time você acha que será coroado o campeão da 19ª edição? Vote na nossa enquete!

Da série: Uma imagem vale mais do que mil palavras


JUCA

Apanhadão do JUCA


Buenas!

Antes de falar sobre a Copa - que ja começou e está muito emocionante, com seus empates sem gol e comentário de Galvão Bueno - devo fechar aqui um ciclo ainda aberto: o JUCA.

Faz exatamente uma semana que acabou e muitos de nós estamos nos recuperando da chamada "depressão pós-JUCA". Quer saber se você também está nessa? Vamos lá, então! Sentir que o mundo não faz sentido se não há pessoas berrando besteiras a noite inteira; passar frio e ter dores no corpo após uma noite de (pouquíssimo) sono; se te faz falta uma cerveja às 10 da manhã; quando é estranho o fato de suas roupas estarem limpas e secas, e não serem de uma só cor; quando tomar banho não é mais desafiante.

Se você acha bizarro não acordar em uma barraca, ou sair andando pela rua e trombar em amigos com pastas de dente nas mãos; se o banheiro que você usa parece o paraíso e você fica triste por não ter que erguer a barra das calças. Enfim.

Caso você possua tudo isso que eu citei, você está com depressão pós-JUCA. Mas não é preciso ficar alarmado, isso vai diminuindo. Não tem cura, mas ameniza com o tempo.

Boa parte da magia do JUCA é o "depois". Quando você vê as fotos que não lembra ter tirado, e aparecem os hematomas. E acho que esse ano eu posso dizer com MUITA propriedade que sou a grande vencedora desse ano. Meu hematoma é o maior, mais bizarro e mais poético de todos. Só quem viu sabe. Valeu, cabeça!

No fim das contas, o JUCA reafirma amizades, cria novas e, em algumas ocasiões, comprova que certas amizades não eram tão firmes assim. Tudo é aprendizado nesse evento cheio de alegria. E se você souber aproveitar bem - como fizemos eu e meus companheiros casperianos, você, com certeza, sairá de lá com um saldo maravilhoso, que irá envolver bebedeiras, festas boas, brigas por causa de esfihas, tentativas de lutas na barraca, viagens de ônibus regadas à jogos bobos e músicas mais bobas ainda.

Voltará cantando tudo que você fala. Por exemplo, um "por favor, o senhor tem horas?", vira um simples "ei, velho! me fala que horas são!" ou até mesmo um "ei, velho... vai tomar no cu!", quando você não percebe o que fala e é pego pelo ritmo.

Sem contar que o JUCA lhe proporciona coisas como voltar para São Paulo sendo diretamente relacionado à uma "musa" do funk carioca: Valeska Popozuda. Não é pra qualquer um! Assim como não é pra qualquer um dar 6 cambalhotas seguidas, lutar na grama, trocar de roupa na balada, ou surtar quando toca Single Ladies.

Isso sem contar ficar vestido de pedreiro durante alguns dias, e cagar umas 12 vezes, em apenas três dias, tendo tomado somente 2 banhos. Aliás, o que é um tabu na cidade, vira quase projeto de pesquisa do CIP no JUCA. Como vai o intestino de vocês? Porque o nosso vai muito bem, obrigada!

Durante os quatro dias de jogos, as maiores estratégias são as que começam com "Eu preciso cagar...", daí pra frente são planos de melhor momento, lugar e como fazer para não perturbar a vida alheia quando a natureza chama. Ah, que saudade do JUCA!

Poderia passar dias aqui falando de todo acontecimento digno que se passou nos quatro dias sem dormir, sem tomar banho, só na breja. Posso somente dizer que não sei quando vou dançar Tango com o Cadelão em um restaurantezinho de interior.

E também não sei quando meus amigos poderão tirar uma foto com o vinho Jota Pê, ou com uma galera desconhecida da PUCCAMP, que na verdade vem de Santos, ou pegar carona com um bando de (gorfa um pouco) mackenzistas generosos.

Quando foi a última vez que você foi em uma "festa" na qual, entre mais ou menos 200 pessoas, somente umas 7 estavam FRITANDO LOUCAMENTE ao som de "Like a virgin"? Pois é, vai pro JUCA. Mas pra ver isso, é preciso andar com as pessoas certas! Dica!

Enfim, é muito o que acontece no JUCA. Histórias para um vida toda. Algumas que contamos, outras que guardamos, e muitas das quais não nos lembramos direito. Faz parte.

O importante é que: o que acontece no JUCA, não só fica no JUCA. Entra pra história!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Lágrimas e chuva


Hoje não tem saudação porque o dia não é dos melhores.

Sabe quando parece que tudo fica estagnado, e você perde a vontade de fazer qualquer coisa, até aquilo que você curte muito? Pois é! Nesses dias difíceis eu penso em pegar uma mochilinha, ir pra rodoviária e arrumar um lugar pra ir, na base do uni-duni-tê, deixando por conta do acaso escolher onde eu vou parar.

Acho mais fácil dar uma escapada, esfriar a cabeça, pensar nos problemas e depois esvaziar a mente, se deixar levar por nada, pelo vazio no pensamento, ficar cego, surdo e mudo. That's how I roll.

Quando as coisas ficam difíceis e o bicho pega, eu não choro, e não porque eu sou boazona, não porque eu não tenho sentimentos, mas, sei lá, meu ponto de vista é diferente - e talvez errado. Chorar faz bem, lava a alma e libera energias negativas, se o motivo do choro é tristeza.

De que vale ir pra longe de tudo se os problemas vêm atrás da gente, não é mesmo? Pelo menos, se você escapar, que seja pra encarar de frente tudo aquilo que te incomoda, e chorar, berrar e esperniar se for preciso.

A introdução de uma música dos Racionais Mc's traduz muito bem a sensação causada pelo ato de chorar - ato esse que recrimino tanto, e do qual eu tenho até medo, sei lá, né? Passado o momento desabafo virtual, vai a letra:

"O que é, o que é?
Clara e salgada
Cabe em um olho, e pesa uma tonelada
Tem sabor de mar, pode ser discreta
Inquilina da dor, morada predileta
Na calada ela vem, refém da vingança
Irmã do desespero, rival da esperança
Pode ser causada por vermes e mundanas
E o espinho da flor cruel que você ama
Amante do drama, vem pra minha cama por querer
Sem me perguntar, me fez sofrer
E eu que me julguei forte, e eu que me senti
Serei um fraco quando outras delas vir
Se o barato é louco e o processo é lento
No momento, deixa eu caminhar contra o vento
De que adianta eu ser durão e o coração ser vulnerável
O vento não, ele é suave, mas é frio e implacável
(É quente) Borrou a letra triste do poeta
(Só) Correu no rosto pardo do profeta
Verme sai da reta,
A lágrima de um homem vai cair
Esse é seu B.O pra eternidade
Diz que homem não chora, tá bom, falou
Ou vai pra grupo irmão, aí
Jesus chorou"

terça-feira, 8 de junho de 2010

Seu motorista, pode correr!



Salve, salve, galera do caldeirão!

Depois de um breve recesso para o maior evento do ano - O JUCA, estamos aqui de volta, cansados, roucos e saudosos daquele mundinho paralelo cheio de álcool, dancinhas exóticas e constragedoras, conversas cantadas e discussões sobre cocô.

Aí, estava lá (aqui) eu pensando: "faço um post sobre o que?". Eutanásia? Sexo na terceira idade? Pessoas que tratam animais como pessoas? Foi então que decidi falar do busão. Mas, ao contrário da Carol, falarei bem dele.

Eu não sei pegar busão. Me larga numa rua sem metrô, que eu não sei voltar pra casa. Mas, graças ao meu estágio bacana na Barra Funda, me acostumei a pegar o charmosinho Ana Rosa pra paulista e me apaixonei!

Tem um chacoalinho gostoso e é super propício para as amizades. No metrô é mo barulhão e você não pode tirar fotos comendo torrada de azeite com orégano ou descobrir que o nome da cachorra da Stephanie é Mellany. Tampouco pode receber massagem nas costas, ler o livro pra prova e tirar um cochilex pra ficar relax!

Você vê as coisas mais bizarras dentro do coletivo e se tiver lotado ainda faz umas amizades espontâneas. Mas, sem dúvida, ficar horas e horas no trânsito aprofunda as relações pré-existentes. E rolam piadas muito capciosas. Até porque, em nenhum outro meio de transporte você pode enganar alguém falando que era bartender de um puteiro na Vila Ema.

sábado, 29 de maio de 2010

Razões para amar o JUCA - Parte II


What a feelin’! Being is believin’! I can have it all, now I’m dancing for my life!

Com o JUCA cada vez mais próximo eu começo a rever alguns conceitos de vida que eu tenho. Funciona pra mim do mesmo jeito que o ano-novo funciona para algumas pessoas. Não, eu não faço promessas, nem pulo ondas ou mando oferendas para Iemanjá. Mas eu reflito sobre a vida.

Não que eu não goste de trabalhar ou estudar, mas é que existem coisas TÃO mais legais pra fazer, que eu fico com preguiça, sabe? Não sou somente eu, sei disso. Aliás, sei que eu sou só mais uma em um trilhão de pessoas que pensam assim também. E é por isso que o JUCA me faz pensar tanto.

Tem gente que não compreende meu amor por esse nobre evento, e eu nem me dou o trabalho de tentar explicar, porque certas coisas são tão grandiosas que não cabem em meras palavras. Mas esses quatro dias dormindo em barraca, no frio da madrugada, bebendo cerveja no café da manhã, tomando litros e litros de Sukita aditivada, tomando banho na casa de estranhos por cinco reais, e vendo jogos de universitários de ressaca – e outros escravizados pela sua faculdade, que só importam para trazer vitórias para ela (vocês sabem a quem eu me refiro), esses dias representam tudo aquilo que queremos fazer e não temos tempo. Além do mais, nosso mascote é o Homem Pássaro, que parece mais um sabiá, o que faz dele muito especial!

Claro que cansa, né? Comer mal, beber demais, e dormir pouco. Mas por mais que seja assim, é como um ritual, um banho que lava a alma e renova! Aquele cansaço gostoso de sentir, e que, no fim das contas, dá saudade logo que passa. Sou mais me cansar com isso do que fritando os neurônios pensando em uma pauta pra Radiojornalismo.

JUCA te bate, acaba com você, te destrói por inteiro e depois te cospe de volta para a sociedadezinha sem graça e sistemática, mas você jamais volta igual. Jamais. Tudo ganha um outro ponto de vista, novas perspectivas. E toda vez que você pensa no cansaço do dia-a-dia estressante de trabalho, faculdade, relacionamentos e responsabilidades, o JUCA vem como um refúgio na mente.

“Lembro da vez que eu estive no paraíso... E chamavam por um nome estranho. Não sei ao certo. Chamavam-no de Juca.”

Chefe de cu é rola


Xuxuzinhos!

Que belo sábado que nos beija com seus raios de sol, não? Não. Eu, pelo menos, estou entre quatro paredes - e não no bom sentido. Quatro paredes de um pequeno prédio na Barra Funda, ou melhor, na Várzea da Barra Funda.

Lembra quando você era pequeno e, quando ia para o Playcenter, pensava que era praticamente uma viagem, como ir à praia. Saía cedo. “É longe”, dizia sua mãe ou quem quer que estivesse com você. E parecia mesmo. Ficava em uma espécie de estrada do mal, longe da sua casa, e ônibus especiais existiam para te levar até lá.
Pois é. Hoje eu faço essa “viagem” todos os dias. E tenho como vista da minha mesinha humilde de estagiária, o famoso “elevador” do Playcenter. Toda hora que eu olho, ou tem pessoinhas subindo, ou caindo. É ótimo. Adoro mesmo. Uma loucura.

E é nesse ambiente bacanudo que eu passo seis horas por dia. E olha que eu gosto, é um lugar bom e um trabalho tranqüilo. Mas sabe o que atrapalha tudo isso absurdamente? A minha “chefe”. Não, não estou falando da dona da empresa, nem da editora-chefe da redação. Falo daquela espécie conhecida de “chefe”, aquele que manda só em vocêe acabou. Ele não manda em absolutamente nada, a não ser você. Na escala natural e hierárquica de trabalho, nós, estagiários ficamos na base, seguidos do pessoal da manutenção/limpeza, e aí pelo nosso “chefe”.

Esse tipo, que irei chamar de “pseudo-chefe” é que nem chifre. Se você não teve, ainda vai ter! Como ele não manda nada e tem sede por isso, quando a vista a presa (estagiário), voa na sua jugular e suga a alma da pobre criatura para poder se sentir melhor.

Pegar café, subir em cadeiras pra ligar ar-condicionado, ir na esquina comprar pão de queijo, fazer ligações desagradáveis, mentir para pessoas ao telefone, buscar correspondência, e muitas outras tarefinhas básicas são as preferidas dos “pseudo”. Nada os deixa mais felizes do que ter alguém lhes servindo pequenas idiotices.

O mais difícil é engolir alguém que sabe tanto quanto você – às vezes menos – te dando ordens imbecis como fazer relatórios sobre nada ou levar caixas de inutilidades pra lá e pra cá, só pra mostrar serviço. E enquanto isso, nossas mentes pensam no futuro, quando deixaremos o cargo mais desprezado do universo e chicotearemos nossos atuais pseudo-chefes malas!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Tente Perturbar Menos




Caceta, vai pro inferno! Vou matar quem pegou meu copo!!

Como vão odiados leitores? Quero falar de algo um tanto quanto arriscado: TPM. A terrível tensão pré-menstrual. Sabe uma coisa que me deixa PUTA? Homem querendo falar que tudo é por causa da TPM ou querendo argumentar achando que entende alguma coisa sobre isso. Vocês não sabem o que é ter essa coisa insana e doente dominando a sua mente todo mês.

É incrível. Eu fico descrente com mulher que diz que não sofre desse mal. Eu sempre sinto que estou nesse estado quando eu começo a surtar por nada e querer matar alguém, sumir do mundo e ficar chorando comendo brigadeiro. Mentira, eu nunca choro quando eu como brigadeiro. Eu nunca choro. Eu nunca como brigadeiro. Mentira.

Mas, enfim, é engraçado você sentir a raiva subindo pelo corpo, a tremedeira, a irritação, a vontade de gritar e xingar alguém. Querer matar velhinhos no metrô, encarar pessoas na rua para tentar extravasar a sua raiva e, claro, o principal: descontar na comida!

Pegar tudo o que você planejou não comer durante dois anos e enfiar buxo a baixo em meia-hora: chocolates, doces, sorvete, pizza, mc donalds, frituras, salgadinhos e qualquer outra coisa que tenha um sinal de "Perigo! Infarto eminente" no rótulo. Eu, particularmente, sei que o negócio tá tenso quando começo a revirar o armário atrás de uma lata de leite condensado pra fazer brigadeiro. Ou gasto uns chorados 7 reais numa Pringles.(Ou Cheetos).

Mas o que é mais incrível ainda é que parece que todas as energias do universo se convergem para fuder a sua vida nessa época. Você tem que resolver várias coisas do trabalho, da faculdade, da viagem, da amizade, da comida, do peso, da família, do relacionamento, enquanto o que você mais queria era estar em casa vendo o Diário da Princesa. Ser mulher não é nada fácil.


E, claro! Quando você se livra da TPM o que você tem como prêmio? Uma cólica mortal rasgando suas entranhas. Ser homem é muito fácil! MUITO.

domingo, 23 de maio de 2010

Razões para amar o JUCA - Parte I


Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.
(Carlos Drummond de Andrade)

Esse post merece até epígrafe, amores! E nada resume melhor o sentimento que pelo menos eu tenho pelo magnífico JUCA!

É amor, gente! É amor incondicional! Amor diferente do que se sente por uma pessoa especial, ou um amigo. Trata-se se um sentimento especial, que não precisa ser recíproco, que é puro e verdadeiro na sua essência!

Vou fazer uma série especial PRÉ-JUCA e convido meus companheiros de blog para colaborar também! Serão todas as razões que tenho para amar tanto esse eventos maravilhoso que, infelizmente, dura apenas quatro dias. São só quatro, mas são sensacionais.

É simples, sabe, gente? Curte encher a cara? Acordar ao som de mil latinhas sendo abertas e o cheiro de cevada quebrando o ambiente do interior de São Paulo? É isso que acontece lá! Vivemos embalados pelo som de Titanic, saindo de um megafone; somos acordados pelos gritos do "vassoureiro", ou pelo cântico de bêbados matinais entoando canções belas como "ela balança mas não pára".

Outra coisa essencial: o clima. Clima de temperatura mesmo, não de ambiente, de convívio. É tipo deserto, saca? Calorzão de quebrar a cabeça de dia, e temperaturas glaciais durante a noite/madrugada. Eu, particularmente, acho isso legal!

Eu nunca passo frio de verdade, e dormir no aconchego de uma barraca, direto no chão, é uma experiência boa! Machuca um pouco as costas, mas até aí, ficar sentado na frente de um computador, no trabalho, horas seguidas, também faz!

Para terminar a primeira parte da série, falo daquilo que mais me emociona em um JUCA: a bateria. Não é só pelo fato da minha faculdade ter a MELHOR bateria e a torcida mais empolgada. É porque essa batida dos tambores é o que o faz bater mais forte meu coração!

Pergunto-lhe, amigo: Que torcida é essa?


Se você não gosta do JUCA, se acha um "surubão", um bando de bêbados inconsequentes arrumando desculpa pra beber mais ainda, fazer putaria sem fim e viver na boemia, bom, não tenho muito o que dizer pra você. Só que você não conhece o que é o amor.

JUCA é tipo Sazon! É o amor que tempera nossas vidas!

E o JUCA, meu amigo, ah, isso sim é amor de verdade.

sábado, 22 de maio de 2010

Hermanos?


Hola! Que tal?

Não sei se isso é espanhol, castellano ou tupi. O que importa é que falar dos nossos "vizinhos" - os argentinos - é sempre uma experiência saborosa. Seja pra xingá-los pelos filhos da puta que são, ou para reconhecer o talento deles!

Outro dia estávamos eu, Melloni e Evandro, na Cásper, conversando sobre o comercial que já mostramos aqui, com Robinho, Neymar e Ganso, discutindo sobre a originalidade, comentando que é legal, mas que não se compara com propagandas dos argentinos.

Tive que admitir. Logo eu que cultivo um ódio esportivo por tais sujeitos que, pra mim, não passam de cariocas que falam outra língua, de tão "paunocu" que são. Há propagandas, assim como as que a Ana colocou da Nike, que motivam, emocionam e fazem todo o sentido. Como essa que você verá abaixo:


Nada mal da parte deles! E enquanto discutíamos isso, pensei comigo sobre a tão aguardada Copa, que em menos de um mês irá nos abraçar com seus belos jogos (esperamos), e seria de tão grande hipocrisia dizer que não aguardamos um Brasil x Argentina, de preferência em uma final!

Acontece que, pelo menos eu e alguns amigos dividimos uma opinião: o Brasil não merece ganhar a Copa depois de uma convocação tão mesquinha de Dunga, o anão burro da Branca de Neve. Muitos podem achar o mesmo ou não, mas isso já é subjetivo.

A grande questão é: quem mereceria, então, faturar essa copinha? Argentina! A situação é praticamente a mesma! Ex-jogador que vira comandante de time, é criticado, dá a volta por cima, é desvalorizado, retoma o controle e assim em diante.

Tudo bem que Dunga não atropela jornalistas, mas Maradona está aí e não veio pra brincar! A força máxima hermana vem de frente contra a seleção canarinha "segura" e fechadinha com jogadores e seus tijolinhos.

Vamos ver quem ganha essa batalha! Pelo menos já vejo 2 a zero pra Argentina. Por suas propagandas e pelo futebol de seu técnico.

ps.: quero dizer que torço por Portugal por motivos de sangue, mas não há nada como um duelo nosso contra os malditos argentinos!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

@meuamor.com.br



What up?

Fala, meus amores! Sabe, tem muitas coisas na nossa vida que mudam conforme a gente vai ficando mais velho: nossas feições, nossa altura (não é o meu caso), nosso peso (meu caso), alguns amigos, comidas que gostamos, livros, programas de TV e algumas prioridades.

Quando eu ainda estava no colégio eu achava coisas como o MSN e ORKUT essenciais pra minha existência na face da Terra. Ah, como eu estava enganada! Embora o Twitter seja a bola da vez, não existe nada mais INDISPENSÁVEL do que o email.

Meu deus, eu nunca pensei que eu fosse depender tanto dessa ferramenta na minha vida. Seja pra manter contato com os amigos, questões profissionais, trabalhos da faculdade, lembretes, conversas: TUDO. Não consigo imaginar passar um dia sem mandar um email pra alguém ou checar minha caixa de entrada.

Alguns devem pensar que eu estou sendo exagerada, mas pare e pense quantas vezes a pesquisa do seu email salvou seu dia! Ou quando você recebeu aquele e-mail do seu amigo que te matou de rir. Títulos criativos, tiradas bem pensadas. O MSN limita nossa capacidade de elaboração. Escrevemos errado e rápido na tentativa falha de imitar a fala e não nos damos ao mínimo trabalho de clarear nossas idéias.

Sem falar de todo o aspecto histórico que ele oferece, bem ou mal, estamos meio que escrevendo uma carta! Nunca recebi uma carta de verdade. Tirando as propagandas e aquelas malditas do banco querendo que eu faça um cartão de crédito, nunca chegou na caixinha do correio algo realmente esperado e que trouxesse notícias e revelações que mudassem meu dia.

Embora não entre na categoria de "carta", já recebi dois postais de uma amiga que está morando na Itália e isso, sim, traz uma emoção. Por mais que eu converse com ela pela internet, segurar nas mãos algo escrito do próprio punho dela é outra sensação. As pessoas andam tão esquecidas desses "velhos" recursos que cada dia mais você encontra com garranchos inteligíveis pela frente. É complicado! Ninguém quer me mandar uma cartinha?

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cê tem trocado?


Caríssimos!

Hoje eu tive um dia cheio e algo curioso aconteceu. Saí de casa com 50 reais no bolso, dois Tickets Vale-Refeição de 10,50 cada (quem riu dos meus tickets que morra) e quando eram 21h da noite, eu tinha apenas 0,70 míseros centavos.

Aí eu pensei: QUE RAIOS ACONTECEU COM MEU DINHEIRO? Pois é, amigos, como diria o poeta, "dinheiro na mão é vendaval" e na minha mão, é água. Mas tenho que deixar bem claro que sei muito bem no que eu invisto. Aproximadamente 90% vai para comida. Eu preciso estar bem alimentada - como se não estivesse - e não abro mão de uma boa alimentação (quando falo "boa" quero dizer "farta").

E assim, de pouco em pouco, vou gastando um pouquinho aqui, outro ali, empresta pra um amigo, compra um chocolate, bebe um guaraná, coloca no Bilhete Único, dá um troco pra um mendigo, e vai ficando cada vez mais pobre...

Quando eu menos percebo, acontece uma dessas. Tenho menos dinheiro no meu bolso agora do que o Nelsão, bebum do bairro, mas estou muito satisfeita, feliz e com a barriga cheia, sem poder reclamar.

Pra mim, sinceramente, a vida poderia ser assim: você trabalha, e ganha seu dinheiro só para esbanjar em comida boa, viagens loucas e mais comida boa. Sou mais feliz quando gasto 3,25 em um PF, no China, do que quando saio para comprar calças, e tenho que desembolsar mais de 50 reais.

Detesto gastar meu suado dinheirinho em coisas como contas de telefone, luz, internet, roupas, e todas essas outras babaquices inventadas por capitalistas enlouquecidos e sanguinários! Agora, me chama para comer um bom rodízio em um restaurante japonês, uma churrascaria ou qualquer que seja! Penso nem duas vezes! Quero mais é ser feliz!

Sou mão aberta quando a questão é um prato cheio!

Da série: uma imagem vale mais do que mil palavras

Write The Future from Nalden on Vimeo.