segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Fugaz
Era uma vez um rapaz que curtia aparecer, e uma garota que vivia escondida. Ele era assim, meio Flea, enquanto ela assado, um tanto Marisa, às vezes Mamonas - juntos, eram Molejo. Um dia o acaso - de caso pensado - os apresentou. O palco do romance era um ônibus azul, conforto pra ela, sacrifício pra ele, e vice-versa, dependendo do dia. Ele não foi o centro das atenções dela, e isso instigou. Já ela, "sei lá", ela tinha vergonha de pensar, olhar nos olhos. Sabe essas bobagens? Medo de coisa boa. Pra falar a verdade, os dois meio que se amavam, desde aquele primeiro contato estranho e embaraçoso (pra ela). Ele sem cueca - e de guitarra -, ela com vergonha - e curiosa.
Ele era Valente, ela se achava durona. Conversavam sobre nada, e acabaram se conhecendo demais. Mas nunca é demais. Ela ria de tudo, e ele dela. Ele fazia a comida, ela derrubava os pratos no chão. Era um relacionamento torto, meio desengonçado, nada muito próximo de Eduardo e Mônica, mas também longe de Romeu e Julieta. Pra ela, ele era apaixonado demais por tudo, tipo 'doente'. Cinéfilo, sabia dançar e falava demais, via filmes demais, agia demais - ele era demais! Pra ele, ela era meio boba, falava de menos, pensava demais, mas fazia boa massagem, boas piadas e tinha paciência pra ouvir, era pra casar - se pudesse, tinha casado. Ele era pega-pega, e ela esconde-esconde.
Ele era o caipira, e ela o bicho-do-mato. Viviam em um mundo particular, o único que existia quando estavam juntos - a vida inteira em um apartamento. Foi um dia de chuva no ponto de ônibus, um carnaval inteiro, fugas na madrugada, mil serenatas na janela. Qualquer acorde fazia o coração dela bater mais forte, e era só a luz se acender naquela janela, do outro lado da rua, que ele ficava a postos. Tudo rápido, na velocidade da luz. Assim veio a parte boa, e também a separação. "Mas isso a gente supera. Daqui eu pouco eu tô de volta", e era ela que ficaria para se despedir. Não era guerra, mas a dor da partida é imensurável.
"Daqui a pouco eu tô de volta" foi o que ele disse quando voltou, pra ficar só mais um pouquinho, por conta do velho amigo dos dois: o acaso. 20 horas, dois charutos, muita graça, muito hormônio. Realmente, há males que vem para o bem! E para o bem, lá se foi ele mais uma vez. Mas voltaria logo para vê-la, mandava notícias de uma terra estranha. E ela? Ah, ela esperava, crente no retorno, dessa vez era destino ele voltar, e não acaso. Mas não foi assim. Mil mensagens, mil "alôs", "tchaus", "beijos" e até mesmo um ou dois "eu te amo" - esses últimos tímidos, mas verdadeiros. O tempo passava como havia de passar. Ele só pensava nela, ela não fazia coisa outra. Ela olhava pela janela, esperançosa.
O velho amigo agiu, mas dessa vez, com sensatez - foi o que disseram pra ela. Não era pra ser assim, mas assim que teve de ser. Ele não olha mais fotos pra lembrar - tem uma vista privilegiada. E ela continua a fitar a janela, e uma vez ou outra ensaia olhar pro céu - ainda tímida, com aquele mesmo medo de encarar. Às vezes, ela é pega de surpresa ao ouvir alguns acordes, mas é pura imaginação. Hoje ela ainda é meio boba, continua falando de menos, faz menos massagem, mas vê mais filmes e continua sendo pra casar - mas agora tem que ser com outro. Não se sente mais tão compreendida, e um pouco solitária - mas é feliz, se sente privilegiada. Confia no acaso - esse nunca falhou - e sabe que tão logo eles se encontram. Como tudo mais, o que for ruim vai ser fugaz - e o que é bom fica. Sempre fica..
"Isso dava um filme..."
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Deusa, louca, feiticeira
Luis, hoje é sexta-feira e eu quero ter um bom papo! Deixo a pinga e a petiscagem pra mais tarde, pois ainda estamos em horário comercial.
Quem nunca viu "Os Normais" não sabe o que está perdendo. De verdade, depois de Sai de Baixo (até a 3ª temporada, mais ou menos), esse é o melhor seriado humorístico da televisão brasileira! Vani e Rui conseguem representar um casal que, de fato, é super normal. Sabe, não é aquela coisa de conto-de-fada, príncipe encantado e mocinha delicada. Existe muito mais verdade em mostrar um casal tendo uma briga homérica por uma estupidez tipo mexer no computador, do que em dois apaixonados que fogem pela floresta num cavalo branco. É ou não é?
Quem nunca, né? Mas, enfim, meu foco é na grande musa desse programa: Vanilce, ou Vani, para os íntimos. Ela é a personificação da paranoia delirante, ou seja, da mulher em si. E olha, ela não tem nada demais, se a gente for pensar, porque ela é mais magra que o normal, não tem bunda, não tem peito, não é a mulher mais linda do mundo, mas é PURO CARISMA. Lembrando do post da Maria sobre a Garota de São Paulo, Vani, apesar de carioca, é bem dessas mesmo, que fica filosófica quando faz escova no cabelo, chora pelas roupas que sacaneiam ela, e vive um eterno conflito baixo e angustiante com sua pior inimiga: ela mesma. Não é fácil ser Vani. Nunca é fácil ser a gente, né?
"Sou eu, aliada a mim mesma... contra mim! Sempre ali, me puxando o tapete, me puxando o tapete..."
Vou dizer aqui que ela é uma das poucas figuras femininas que me inspiram. Sabe, ela é a MULHER MODERNA. O que falta no peito, sobra na atitude, sem contar que ela é meio retardada e sem-noção - coisa que quase toda mulher que eu conheço também é. E ela super domina o relacionamento. Quem assiste e vê o Rui galinhando, pensa: "Gente, mais trouxa que isso, nada né?" Mas, não, ela tá bem por cima da carne seca, com ele comendo na palma de sua mão - e vira e mexe rola uns Márcios Garcia pra ela dar uns peguinhas. Nada mal, né? Eu num tô recusando.
Acho que o vídeo acima diz bem sobre ela. Bem queria eu mandar nego enfiar as coisas no rabo do cu, sambar em cima da cama, cheia de sex appeal, fazendo a Dança do Passarinho com a maior classe e compostura que eu já vi, porque afinal de contas, "a dança do passarinho não é palhaçada, é uma coisa séria, criada pra desenvolver a coordenação motora da criança". Queria ter colhões pra pintar meu cabelo de loiro Dinamarquês e sair por aí falando pras pessoas que meu nome é Svenka ou Svunda e curtir a vida no anonimato.
O importante é que Vani carregará, pra sempre, um pouco de cada uma de nós dentro de si. E, olha, só queria dizer que Fernanda Torres - que interpreta a personagem - não deve ser nada - eu disse NADA - diferente dela. Fica a dica.
Quem nunca viu "Os Normais" não sabe o que está perdendo. De verdade, depois de Sai de Baixo (até a 3ª temporada, mais ou menos), esse é o melhor seriado humorístico da televisão brasileira! Vani e Rui conseguem representar um casal que, de fato, é super normal. Sabe, não é aquela coisa de conto-de-fada, príncipe encantado e mocinha delicada. Existe muito mais verdade em mostrar um casal tendo uma briga homérica por uma estupidez tipo mexer no computador, do que em dois apaixonados que fogem pela floresta num cavalo branco. É ou não é?
Quem nunca, né? Mas, enfim, meu foco é na grande musa desse programa: Vanilce, ou Vani, para os íntimos. Ela é a personificação da paranoia delirante, ou seja, da mulher em si. E olha, ela não tem nada demais, se a gente for pensar, porque ela é mais magra que o normal, não tem bunda, não tem peito, não é a mulher mais linda do mundo, mas é PURO CARISMA. Lembrando do post da Maria sobre a Garota de São Paulo, Vani, apesar de carioca, é bem dessas mesmo, que fica filosófica quando faz escova no cabelo, chora pelas roupas que sacaneiam ela, e vive um eterno conflito baixo e angustiante com sua pior inimiga: ela mesma. Não é fácil ser Vani. Nunca é fácil ser a gente, né?
"Sou eu, aliada a mim mesma... contra mim! Sempre ali, me puxando o tapete, me puxando o tapete..."
Vou dizer aqui que ela é uma das poucas figuras femininas que me inspiram. Sabe, ela é a MULHER MODERNA. O que falta no peito, sobra na atitude, sem contar que ela é meio retardada e sem-noção - coisa que quase toda mulher que eu conheço também é. E ela super domina o relacionamento. Quem assiste e vê o Rui galinhando, pensa: "Gente, mais trouxa que isso, nada né?" Mas, não, ela tá bem por cima da carne seca, com ele comendo na palma de sua mão - e vira e mexe rola uns Márcios Garcia pra ela dar uns peguinhas. Nada mal, né? Eu num tô recusando.
Acho que o vídeo acima diz bem sobre ela. Bem queria eu mandar nego enfiar as coisas no rabo do cu, sambar em cima da cama, cheia de sex appeal, fazendo a Dança do Passarinho com a maior classe e compostura que eu já vi, porque afinal de contas, "a dança do passarinho não é palhaçada, é uma coisa séria, criada pra desenvolver a coordenação motora da criança". Queria ter colhões pra pintar meu cabelo de loiro Dinamarquês e sair por aí falando pras pessoas que meu nome é Svenka ou Svunda e curtir a vida no anonimato.
O importante é que Vani carregará, pra sempre, um pouco de cada uma de nós dentro de si. E, olha, só queria dizer que Fernanda Torres - que interpreta a personagem - não deve ser nada - eu disse NADA - diferente dela. Fica a dica.
Tampinhas
amor,
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filosofia de vida,
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vani,
verdades
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Eu e o Homem-Morcego
Inspirada pelos belos e justos escritos de Maria, acabei sendo tocada pela magia das coisas que vivem nos céus. E não, não me refiro ao Super-Homem, tampouco aos OVNIs que circundam nossa existência. Tô falando de pipa, marrecão! Taí um bagulho que marcou presença na minha infância e pré-adolescência. Eu tenho 4 primos, com quem cresci e aprendi muitas coisas - nenhuma delas foi útil de fato, mas sempre divertidas. Uma delas é empinar pipa. Embora não faça isso há anos, acho que é que nem andar de bicicleta.
Lembro de ir pra Mongaguá no verão, todos os anos, até meus doces 16 e só não via céu azul diariamente porque as pipas não deixavam. Era uma febre desgraçada, e nego correndo pra todo o lado o dia todo. Sério. Parecia arrastão em Copacabana, você via até marmanjo de 30 anos de idade dando rasteira em criancinha pra poder pegar a pipa que caía na casa da Dona Maria, na rua Novo México. A gangue do estirante não podia ver um "papagaio" - como diziam os mais velhos - caindo, sendo levado carinhosamente pelo vento para o lugar mais absurdo possível, que nego já gritava: "Tá na mão! Tá na mão!"
Um dia eu ganhei uma pipa, não sei de quem foi. Era especial, não porque era super bem colado, com as varetas mais retas do mundo, nem mesmo com uma rabiola muito chique (que nem a da foto - era bem mais da hora, preta, do mal). Na outra ponta da linha enrolada na minha lata de Nescau tava ele, o Cavaleiro das Trevas: Batman. Nunca fui uma menina muito tradicional, dessas que brinca de Barbie o dia todo, e crescendo no meio de moleque, não tinha muito mais o que fazer. Só sei que esse dia eu me senti a dona do mundo, não foi a primeira vez que eu empinei uma pipa, mas cara, ERA UMA PIPA DO BATMAN! É lógico que ela ia arrasar - e eu jurava que ela no céu ia acabar chamando ele pra mim. Sabe como é, né... sonhar não custa nada.
Dito e feito. Aquela beleza subiu, linda, absoluta no céu. E eu sozinha na rua onde eu nasci, surtando e falando comigo mesma. Fui dando linha porque eu queria que ela fosse mais longe do que qualquer outra, e também não tinha ninguém ali nem pra me cortar ou ser cortado. Era um momento só nosso, eu e Batman, Batman e eu. Tava meio nublado aquele dia e eu fiquei um bom tempo lá fora. Horas, eu acho. Não tinha muita sorte com coisas em linhas. Fiquei com trauma da vez que montei um para-quedas de barbante e saco de lixo, e usei um sapo como cobaia. Que Deus o tenha.
Esse dia eu fui punida pela minha ousadia. Queria tanto ver aquele morcego subir pra, tipo, dar um pescotapa num Ursinho Carinhoso sentado numa nuvem, que eu dei linha, dei linha, e mesmo sentindo o pipa na mão, teve uma hora que não vi mais. O cinza do céu cobriu a minha visão e eu não sabia mais onde ele tava. Comecei a recolher, e foi aí que eu percebi que tinha deixado ele solto demais. Foi embora, e eu nem dei tchau. Mesmo assim, até hoje e pra sempre, essa vai ser a história da pipa mais linda, que foi mais alto do que qualquer outra pode ter ido - ou irá. Tão alto que acabou ficando por lá talvez - como tantas outras coisas queridas. Tomei um relo do céu, do vento, sei lá do quê, e nunca mais vi meu Morcego.
Minha versão da garota de São Paulo
Ontem no blog do Marcelo Rubens Paiva, o mesmo publicou um excelente texto sob o título "a garota de são paulo" e gostaria de trazer aqui a minha versão, inspirada tanto em mim, quanto nas minhas colegas de faculdade.
A garota de são paulo morre de dor de cabeça. Dorme menos horas do que queria e gasta horas de mais com o que não precisa. Promete a si mesma que vai começar a dieta, mas na hora do nervoso - bala, bombom e chocolate são itens de primeira necessidade. Briga com a mãe como quem briga com o espelho, mas na metade do dia sente saudade no trabalho.
Mal vê a família, embora morem juntos. Está cansada de comer no quilo todos os dias. Passe seis meses sem ver a melhor amiga, porque o tempo voa. Só ele, pois suas asas estão aparadas. Sem tempo pra sonhar, quanto mais para voar, corre da cama pro trabalho, do trabalho pra faculdade, da faculdade pra todos os problemas que o mundo resolveu colocar no caminho. Dos problemas, ela se esconde na cama.
Queria namorar, mas adora ser solteira para poder sair quando quiser. Mas odeia ir pra balada, não tem paciência para discursos dos lelesques da vida e acha que tudo anda cult demais. Preto no branco, muita listra. Não quer namorar. Gosta de ser independente. Mentira. Mas todo mundo mente.
Nunca se resolveu tão bem com o cabelo e comprou coisas que realmente vai usar. Ri de tudo como se fosse a primeira vez. Chora de rir. Não se lembra da última vez que chorou. Pode ser que tenha sido ontem, mas ontem parece que faz tanto tempo. Isso é crescer ou é enrijecer? Não tem paciência com nada, mas com todos. É cheia de vontades, realiza uma a cada quinze dias na lua cheia. Reza nas horas de perrengue, mas seu verdadeiro altar é um copo de cerveja.
Não queimaram sutiã, mas querem ter a palavra final. E que seja um "sim", de eu aceito. Porque até hoje não encontrei nenhuma que babasse por uma criança ou não falasse em casamento. "Ok, só depois dos trinta, quando a minha carreira estiver estrutura". Sem problemas, até lá a gente continua nessa vida sem estrutura, com um vazio no peito e uma insatisfação constante. Não que todas queiram ficar com a barriga no fogão. Mas é falta de calor, do calor de se fazer o que gosta e se entregar de corpo e alma em algo que valha a pena. Qualquer coisa, que a faça levantar todos os dias com um sorriso no rosto.
Tampinhas
filosofia de vida,
garota,
mulher,
são paulo
É muito thanks

É muita emoção, galera. Venho aqui, em nome de todo o grupo - mais uma vez - agradecer todos os acessos e comentários no post sobre os baloeiros. Para nosso humilde blog foi audiência digna de final de novela das oito. Queria que ficasse claro que nessa altura do campeonato, em que a gente só leva patada ao mencionar a palavra TCC, contar com esse tipo de suporte é fundamental. Aliás, é de consenso geral entre nós do grupo que a nota não vale mais nada. OK, vale. A gente precisa se formar, mas no sentido de que um dez não vai nos arrasar, porque sabemos que fizemos a diferença nem que seja para pelo menos uma pessoa, que se sentiu representada só pelo fato da escolha do nosso tema.
Ou que nós mudamos a opinião de alguém. E isso é demais e realmente aconteceu. Uma amiga nossa da faculdade, após ler o post disse que mudou de opinião! Embora ela acompanhasse todo o nosso drama, confessou que concordava com a história da proibição e achava que balões matavam criancinhas. Mas, agora, após o post disse que realmente faz sentido a história da legalização, normas e etc! Isso, pelo menos pra mim, é fantástico!
O maior receio do grupo hoje é não atender as expectativas, tanto nossas, como de quem acompanha o trabalho. Pra quem não sabe, estamos fazendo um documentário com o foco na paixão dos baloeiros. Inicialmente, nossa idéia era a acompanhar a rotina de uma turma e mostrar o dia-a-dia, porém isso foi ferrenhamente barrado pela faculdade. Corremos o risco de ficar sem o tema e reformulamos. Nos comprometemos a mostrar o outro lado também, senão... nada de baloeiros pra gente. O mais engraçado é que pensamos que toda a nossa intenção iria por água abaixo, ainda mais conversando com bombeiros. Aí é quem vem a surpresa: nos bastidores, todo mundo realmente gosta de balão.
Por mais que a psicóloga tenha que exercer a posição dela e falar que um comportamento que vai de encontro com leis e convenções da sociedade seja egoísta e infantil, ela não deixou de contar pra gente - antes da gravação - o quanto ela gostava de balões e soltava quando era criança. Nossa surpresa? Chegar no corpo de bombeiros e descobrir que - todos - com quem conversamos haviam sido baloeiros e eram malucos por balões. Sim, eles falam que balão é mau e etc, mas tudo se compensa ao ouvir que eles torcem para ele encontrar maneiras de se adequar aos padrões atuais.
Agradecemos também os links enviados, sem dúvida usaremos em nossa pesquisa. Para quem pediu acesso ao TCC, ele estará pronto só em meados de novembro (se Deus quiser e ele há de querer). Aí, veremos um jeito dele chegar em todos os que se interessam. "Hey, mas a minha turma é a mais legal, ela tem que aparecer". Sem problemas! Todos os que quiserem ajudar de alguma maneira, é só mandarem fotos, vídeos, histórias, xingamentos, rezas, piadas, correntes ou power points com musiquinha e fotinho de cachorro e tudo o mais que vocês quiserem pro nosso email: historiasdecangalha@gmail.com
Se alguém quiser fazer uma participação mais efetiva ainda, nós gostaríamos de contar com colaborações. Vídeos de até 10 segundos com a resposta da seguinte pergunta: "o que é balão pra você?".
Não usaremos nomes, nem identificações. Nossa idéia era poder recolher o máximo depoimentos desse gênero, mas como somos do time dos "jornalistas zuados que ninguém curte" fica meio difícil através de redes sociais, como o Orkut. Quem não quiser mostrar o rosto, de boa. Se vira nos 30 ou a gente usa só o áudio.
Agradeço a paciência de quem leu até aqui e pra quem não leu, vai o resumo da ópera: obrigada!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Causos da pinga
Bons dias!
Já passou das 10h30 então eu posso falar de uma coisa muito POLÊMICA: bebida.
Não me refiro à água, nem suco de tamarindo. Falo de goró, cachaça, molhar o bico, de entornar, tomar uma, molhar a guela, entre outras coisas. Por favor, amigos, não me entendam mal! Isso não é um ode ao alcoolismo, e sim uma celebração à bebida, que beleza, pode fazer muito mal - mas quando não faz, ah, é pura alegria!
Me sinto no direito de falar sobre isso porque até os meus 19 anos, eu não bebia. Nada de nada, achava que cerveja fedia ou sei lá - isso vindo de nego que já bebeu ÁGUA DE CIMENTO - e mesmo já tendo bebido alguma coisa aqui e ali, não era familiarizada com o doce sabor da desinibição. Todos diziam "espera você entrar na faculdade pra ver se não começa a beber", e eu retrucava: "Bitch, please, eu tenho personalidade!" Pois é, não tenho. Tá, personalidade eu até tenho, o que não sobrou mais é moral. No primeiro ano da Cásper eu ficava louca de Sukita - believe me, acontece até hoje -, até que comecei com uma vodkazinha aqui, tequilinha lá, até que cheguei na cerveja e, menina, o trem descarrilhou.
Não fedia, e era muito melhor e mais saudável do que a água de cimento. Juro. E mais, não só eu deixava de ser tão tímida e antissocial - coisa que sempre fui -, mas as pessoas também deixavam de ser chatas, insuportáveis, um pé-no-saco, burras e, principalmente e perigosamente, deixavam de ser tão feias. É claro que existem pessoas que não reagem bem ao álcool e acabam se exaltando, bancando o Theo Becker, querendo dar mini-voadora em todo mundo. Mas esses daí a gente espera desmaiar de sono, desenha um pinto na cara, tira umas fotos, ameaça botar na internet e nego fica pianinho - aliás, acho que esse é o melhor tipo de "rehab", porque o medo de que acontece de novo, faz a galera ficar na seca por livre e espontânea vontade.
Aliás, vou dizer que a melhor parte da bebida é o que ela faz as pessoas fazerem. Sério, posso dizer com certeza absoluta que algumas das histórias mais memoráveis da minha vida aconteceram quando havia pessoas bêbadas envolvidas, tanto eu quanto os meus amigos. Não vou nem começar pelo número de caridades que a gente faz quando bebe. Já vi amigo meu pegar menina tão feia, que se tivesse montado num cavalo e com uma espada na mão, galera ia achar que era São Jorge. Sob o efeito de bebidas especiais, já tive aulas sobre retórica num vagão de metrô da Linha Vermelha; fui derrubada por um cara de 30kg em plena Vila Madalena; ouvi nego fazer declaração de amor pra privada; galera mostrando a nova prótese de silicone pro pessoal; já discuti praticamente o sentido da vida, EM INGLÊS, depois de beber uma tequila de 8 reais; já fiquei rica, corri atrás de fusca, falei pras pessoas que as amava, já briguei, brigaram comigo; caí da escada uma vez na balada - mas essa foi porque eu sou burra mesmo.
Curiosamente, eu não me lembro de muitas das vezes em que alguma coisa aconteceu, mas o dia seguinte é sempre interessante. Eu, por exemplo, jamais volto pra casa sem algum tipo de "souvenir", seja um objeto, tipo maracas, um boneco do Shrek, um hematoma, um chapéu, enfim. Muitas vezes, vocês está lá deitado, prometendo para todos os santos que NUNCA MAIS VAI BEBER, e flashes da noite anterior passam pela sua cabeça: você no banheiro com pessoas, momentos de puro embaraço, aquela merda que você disse, aquela polêmica que viu nego criando, e todas as outras histórias sempre sensacionais que escuta. Ai, gente, no fim das contas é um sofrimento, mas que vale muito a pena depois, além de dar pano pra manga.
Bem sábio aquele que um dia disse que "quem não bebe, não tem história". Luiz, deixa a minha pra amanhã, porque é sexta-feira, dia de "receber o Brad Pitt".
Já passou das 10h30 então eu posso falar de uma coisa muito POLÊMICA: bebida.
Não me refiro à água, nem suco de tamarindo. Falo de goró, cachaça, molhar o bico, de entornar, tomar uma, molhar a guela, entre outras coisas. Por favor, amigos, não me entendam mal! Isso não é um ode ao alcoolismo, e sim uma celebração à bebida, que beleza, pode fazer muito mal - mas quando não faz, ah, é pura alegria!
Me sinto no direito de falar sobre isso porque até os meus 19 anos, eu não bebia. Nada de nada, achava que cerveja fedia ou sei lá - isso vindo de nego que já bebeu ÁGUA DE CIMENTO - e mesmo já tendo bebido alguma coisa aqui e ali, não era familiarizada com o doce sabor da desinibição. Todos diziam "espera você entrar na faculdade pra ver se não começa a beber", e eu retrucava: "Bitch, please, eu tenho personalidade!" Pois é, não tenho. Tá, personalidade eu até tenho, o que não sobrou mais é moral. No primeiro ano da Cásper eu ficava louca de Sukita - believe me, acontece até hoje -, até que comecei com uma vodkazinha aqui, tequilinha lá, até que cheguei na cerveja e, menina, o trem descarrilhou.
Não fedia, e era muito melhor e mais saudável do que a água de cimento. Juro. E mais, não só eu deixava de ser tão tímida e antissocial - coisa que sempre fui -, mas as pessoas também deixavam de ser chatas, insuportáveis, um pé-no-saco, burras e, principalmente e perigosamente, deixavam de ser tão feias. É claro que existem pessoas que não reagem bem ao álcool e acabam se exaltando, bancando o Theo Becker, querendo dar mini-voadora em todo mundo. Mas esses daí a gente espera desmaiar de sono, desenha um pinto na cara, tira umas fotos, ameaça botar na internet e nego fica pianinho - aliás, acho que esse é o melhor tipo de "rehab", porque o medo de que acontece de novo, faz a galera ficar na seca por livre e espontânea vontade.
Aliás, vou dizer que a melhor parte da bebida é o que ela faz as pessoas fazerem. Sério, posso dizer com certeza absoluta que algumas das histórias mais memoráveis da minha vida aconteceram quando havia pessoas bêbadas envolvidas, tanto eu quanto os meus amigos. Não vou nem começar pelo número de caridades que a gente faz quando bebe. Já vi amigo meu pegar menina tão feia, que se tivesse montado num cavalo e com uma espada na mão, galera ia achar que era São Jorge. Sob o efeito de bebidas especiais, já tive aulas sobre retórica num vagão de metrô da Linha Vermelha; fui derrubada por um cara de 30kg em plena Vila Madalena; ouvi nego fazer declaração de amor pra privada; galera mostrando a nova prótese de silicone pro pessoal; já discuti praticamente o sentido da vida, EM INGLÊS, depois de beber uma tequila de 8 reais; já fiquei rica, corri atrás de fusca, falei pras pessoas que as amava, já briguei, brigaram comigo; caí da escada uma vez na balada - mas essa foi porque eu sou burra mesmo.
Curiosamente, eu não me lembro de muitas das vezes em que alguma coisa aconteceu, mas o dia seguinte é sempre interessante. Eu, por exemplo, jamais volto pra casa sem algum tipo de "souvenir", seja um objeto, tipo maracas, um boneco do Shrek, um hematoma, um chapéu, enfim. Muitas vezes, vocês está lá deitado, prometendo para todos os santos que NUNCA MAIS VAI BEBER, e flashes da noite anterior passam pela sua cabeça: você no banheiro com pessoas, momentos de puro embaraço, aquela merda que você disse, aquela polêmica que viu nego criando, e todas as outras histórias sempre sensacionais que escuta. Ai, gente, no fim das contas é um sofrimento, mas que vale muito a pena depois, além de dar pano pra manga.
Bem sábio aquele que um dia disse que "quem não bebe, não tem história". Luiz, deixa a minha pra amanhã, porque é sexta-feira, dia de "receber o Brad Pitt".
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Dá série: preconceito ou como falar sobre o que não se sabe
Há mais de um ano não passa um dia que eu não pense em balão. Não porque eu curta ser uma "criminosa" como muita gente gosta de dizer por aí, mas porque foi esse o tema escolhido pro nosso TCC. Tudo começou numa conversa despretensiosa a bordo do bom e velho Ana Rosa rumo a nossa querida Casperê Liberando. Yo e Carolis falávamos sobre possíveis temas e (en) calhamos nos balões. Ganhamos mais dois companheiros de empreitada e seguimos literalmente estrada a fora de olho no céu.
Meu pai foi baloeiro, bem antes de eu nascer, e por isso eu cresci ouvindo histórias de balão. Nada de queimadas, bandidagem, vagabundice e outros adjetivos que costumam acompanhar o tema. Balão é perigoso? É, mas pra quem não sabe soltar, é irresponsável e etc. Tem mil poréns, mil mas e entretantos e portantos nessa história que não vem ao caso. É uma lei que proíbe pela hipótese! Claro, vou lá sair prendendo um monte de gente que eu acho que tem perfil de assassino, só para garantir. Não abrirei espaço para discussões e regulamentações.
Cansei de ouvir que é crime, que não presta, que isso e aquilo. Porra! É foda. Incrível como tem gente que adora abrir a boca pra falar o que não sabe! As pessoas não tem um pingo de conhecimento e partem de um senso comum de araque, do que elas veem na mídia e querem opinar ou, na grande maioria das vezes, só destratar e xingar. Nunca sofri tanto preconceito por causa de uma opinião - e olha que nem balão eu faço. Tudo isso apenas por compartilhar uma teoria diferente da grande maioria: balão não é bandido! Balão não mata gente, não derruba avião, não estupra criancinha e não vende droga.
Parece que ninguém mais se lembra que nos anos 70/80 soltar balões era uma atividade comum. Ser baloeiro era um status e a festa junina era uma das épocas mais esperadas pelo ano. Os bairros viviam em comunidade, se juntavam nas ruas para ver eles subirem. Havia festivais, turmas e mais turma, que hoje tiveram que cair no anonimato. O Brasil é referência mundial no assunto, mas aqui é proibido. Enquanto em outros países, os chamados desenvolvidos, como Itália e França, não são apenas legalizados, como contratam brasileiros para produzir e soltar balões em seus países. O México é outro exemplo: grandes prêmios em dinheiro são oferecidos em festivais de balão! É uma arte milenar e apreciada, mas - como sempre - não sabemos valorizar o que temos de melhor aqui.
Nos últimos meses eu só conheci pessoas completamente apaixonadas por uma arte proibida. O maior gosto delas é colar papel, desenhar, pensar num projeto e sonhar de olhos abertos olhando pro céu. É clichê? Pra caralho! Mas quem se importa? O cara tem um sonho, uma admiração... Uma paixão! E é o tipo de coisa que não tem razão ou explicação. Você gosta e ponto final. E é complicado você viver na clandestinidade porque uma lei idiota e uma sociedade preconceituosa não enxerga que há possibilidades pra tudo.
Quantas pessoas morrem no trânsito POR DIA? Eu não vou pesquisar estatísticas, mas eu poderia afirmar que com certeza é mais de uma. E o balão, quantas pessoas ele mata? Ah, ok... é um crime ambiental. Qual o problema em legalizar, estabelecer normas e padrões, avaliar locais para soltura e identificar turmas? Assim os responsáveis serão punidos e todo mundo fica feliz! É de uma hipocrisia sem fim todos os anos ver decorações de festa junina com balõezinhos, crianças na escola aprendendo a desenhar eles e nos céus serem proibidos!
Balão é uma arte, é uma tradição familiar e é triste ver isso sendo jogado no lixo por um bando de desinformados. É incrível você ir todos os dias para uma faculdade de jornalismo, durante quatro anos, onde a Santa Liberdade de Expressão senta seu traseiro gordo no altar da charlatanice cultuado por alguns professores. Esses, um ou dois, que eu apontaria como as pessoas mais babacas que eu encontrei na vida. Gente que se diz jornalista, mas não checa um fato antes de abrir a boca imunda pra falar da atividade alheia. Não sabe que balão nunca derrubou avião. Aliás, se for comparar, quantas pessoas o tal "meio de transporte mais seguro do mundo" não matou em acidentes? Ah, foram exceções! Ué, balão que pega fogo também é exceção... nem por isso vi geral querendo proibir aviões de voar.
Cem por cento dos baloeiros que eu conheci soltam balões porque eles amam a sua arte, não para enfrentar uma lei capenga ou a sociedade. Mas, para enfeitar o céu com o que eles chamam de sonho, magia, fantasia e felicidade. Assim como eu e meu grupo falamos de balões não porque é a nossa arte. Mas, pelo prazer de calar a boca de todos os preconceituosos que encontramos e continuaremos a encontrar pelo caminho.
Obs: A vida como ela é: tive que jogar "balão probido" na busca do google para encontrar alguma imagem.
Tampinhas
balão,
desabafo,
faculdade,
festa junina,
preconceito
terça-feira, 26 de julho de 2011
E o parabéns...
Luis, hoje eu brindo sozinha, mas quero dois copos!
Brindo à alegria diária, ao bom-humor na segunda-feira e o banho gelado matinal, ao som do Hino à Bandeira. Ao jogo de futebol perdido por causa do ataque de cavalos, à noite mais longa do mundo, por bebedeira e pentelhice, com a Magali de brinquedo na mão e o copo de cerveja na outra. Brindo aos brindes mil, que quebraram vários copos, ao barulho da latinha aberta, ao esconderijo no parapeito da janela.
Às horas de almoço mais legais do universo, aos papos mais evasivos, as conversas telefônicas que só a gente sabia ter. Aos "hum", "sim" e "não", que diziam mais do que qualquer frase longa e chata. Aos sinais de gangue, às massagens na perna, às tentativas de malhar, crescer e fortalecer. Aos passeios de bicicleta e aos cachorros-quentes, às mesas de sinuca, ao misto quente com guaraná em troca de silêncio. Aos momentos ruins, de briga, sem palavra alguma, só no olhar, que mata. Ao orgulho que corre na veia e transparece na postura e no silêncio. Ao silêncio.
Eu não deixo de brindar, todas as vezes que posso. Mesmo que seja só comigo mesmo, no meu canto. Eu brindo. E brinco, porque sem a brincadeira não teria graça alguma, é a nossa essência, é o que você me deu. Por isso eu também ergo meu copo e saúdo a piada - as piadas - e toda vez que alguém foi vítima do nosso veneno com marca registrada: Oliveira. Brindo à Mongaguá, que é sua, que você fez ser nossa, e que ninguém amou como você, e também os churros, os sonhos, as pipas, as pranchas e, ah, os jacarés! Os castelos de areia mixurucas, os corruptos e os longos dias de pesca!
Churrascos, música brega, ruim, em alto e bom som, pra irritar quem não gosta e pra envergonhar quem gosta mas não assume! Um brinde aos apelidos, Banana! Um brinde pra Lídia, filhote de morcego, bicuda, biju e Amendoim! Obrigada pelos Três Patetas, Etta James e filmes de Faroeste! Chapolin e Chaves, Um Maluco no Pedaço, Video Show e soneca. E Simpsons, sempre Simpsons.Um brinde à rivalidade esportiva e à afinidade musical; ao espírito aventureiro, às viagens de última hora e as de sempre. Um brinde ao seu ciúme!
Um brinde ao seu amor pelas coisas e à sua coragem!
Mil brindes pra mil lembranças. Nenhum brinde pra saudade. E meu reino pra poder fazer só mais um brinde com você.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Todos comemora
Luis, vem que é hoje o dia... da alegria!
Não podia ser diferente. Deus, sempre operando em meios misteriosos, faz as coisas como elas devem ser. Hoje, dia do amigo, é nada mais nada menos do que o dia daquela que é amiga de todos: Carol, Carolzita, Carol Bela! A verdadeira personificação do que é a amizade: companheira de todas as horas, piadista, fiel, boa de papo, ombro amigo, sempre pronta pra briga, pro rolê perdido no fim do mundo, pro guaraná, pro papo, pra pinga e, claro, pra petiscagem. Ficaria horas a fio tecendo palavras sobre o que é Carolina e não chegaria a lugar nenhum. Por isso hoje o PPP é um pouquinho de todos aqueles que sabem o que é que a Rossini tem!
É a única pessoa que dá de cara na porta de vidro e derruba as mesas por onde passa mas não perde o gingado e o sorriso!
JUNQUEIRA, Renata

Eu posso esquecer até o meu aniversário, mas por algum motivo, nunca esqueço o dela!
Eu realmente não sei por quê, mas talvez seja afinal porque dia 20 de julho combina tanto com ela. Então, quando eu digo parabéns, é pelo seu dia, duplamente. Feliz Dia do Amigo, ou Feliz Dia da Carol, tudo igual. Deixo um vídeo ilustrativo da coisa toda. E não esqueça que pôneis são lindos, é importante levar isso pra vida.
REGINA, Samantha (11+44 = 55)
Tragam os bons drink...e o travesseiro
NEVES, Bruno
Tenho orgulho de ter feito parte da trajetória pró-alcoól da Carol no glorioso China. Que as ressacas não a derrubem e que a boêmia não a abandone. Bebo, não nego, mas também não paro.
MESSI, Gabriel
A Carol é o tipo (raro) de pessoa que se preocupa em comprar trufas na banca da Paulista quando sabe que você está triste. É ela, ao seu lado, na saúde e na doença, trazendo muito mais alegria do que as tristezas que tenta te fazer superar.
BULLA, Beatriz

Começou na faculdade só no guaraná e a está finalizando amante da cerveja e do árco em geral. Amanhã iniciará no cigarro e aos 60 anos de idade teremos uma nova Catifunda com seu charuto inseparável.
COLOMBO, Patrícia

Carol, olha a cadeir...
PASSARELLI, Hugo
Foi numa segunda de verão que eu a vi pela primeira vez, desfraldando o pendão do porvir como haveria de ser. Hoje, um moderno abraço de verdade é pouco para dizer o quanto ela é especial. Hoje só não ocupa um espaço maior no meu coração que a Avril Lavigne.
GUARULHOS, Dani
Carisma
Arteira
Roqueira
Ornitorinca
Linda
Rossini
Ortopédica
Sonora
Sinergia
Iaiaô
Nevertheless
Issa!
GASPAR, Bruno

Cê jura que não gosta de couve?
CATALDI, Vinícius
Fóli
ROQUE, Roberta
As pessoas desse bairro são muito chatas.
Um dia quero tomar banho no petshop, acho que só assim eu ficaria limpa de verdade.
Vou passar o blog da AMCE para os baloeiros, só assim vai ter bastante acesso
Te falei que soltei 3 balões? Um deles era do Chapolim.
Ontem eu estava com uma dor de cabeça que eu achei que iria morrer, achei que a morte estava me puxando pela nuca. Vem FDP!
FOREVER ALONE.
CASPER.
LIGEIRO, André
Gostar do Rogério Ceni e torcer pro São Paulo... É, todos tem seus defeitos.
MORAIS, Thiago

VC QUER EU SEI
MORENO, Ivan
A que consegue encontrar o comentário correto para tornar a sua vergonhosa situação mais vergonhosa ainda (se é que isso é possível), porém, de maneira a torná-la engraçada e uma memória vexatória para o futuro.
PELLUCHI, Juliana

Hiroshima, Nagasaki, esquizofrenia e, desde então, só amor.
NENEM, Luiz

Eu? Mito? Vocês não conhecem a Carol
CENI, Rogério
Ter a Carol por perto é sempre um privilegio. É difícil encontrar uma pessoa que tenha todas as qualidades que constroem uma pessoa boa e linda de verdade. Mas ela tem. TODAS.
FABIANA, Dea
Aquela risada honesta. O tipo de pessoa que te anima mesmo nos piores dias. É difícil definir a Carol, mas sempre vem um sorriso ao pensar nela.
SANTIAGO, Evandro
Melhor que rosquinhas e cerveja
SIMPSON, Homer
Eu gosto muito da Carol, mesmo. Mas não sei escrever frases bonitinhos e carinhosas Portanto, para deixá-la feliz neste dia festivo, vou escrever algo que eu normalmente não escreveria: eu amo o Rogério Ceni. VAI TRICOLOR!
PE, Jota

How you doing?
Tribbiani, Joey
Pub Crawl, Tevez, Ezequiel, Kirsten, "não consigo", Milito, cassino, irlandesas doidas, shithead, futebol no hostel... Há exato um ano eu passava por um dos aniversários mais inesquecíveis da minha vida. E nem era o meu!
MELLONI, Gabriel

Rosas são vermelhas. Violetas são azuais.
LÃO, Cade

Juca. Balão. Crise na Atlética. Santa Rita do Sapucaí (chuva do caraio). Xixi no carro/poste/qualquer lugar. E de bola gato, você gosta? Chupa, Mackenzie!!!!!!!!Espírito Glee. PISCA. Cada vez que lembro de uma dessas coisas, e isso me faz tão bem, ela vem junto na memória...quando achei que não poderia sair mais nada de bom da Cásper, me aparecem ela e a Maria! UAU! Que esse seja só primeiro ano de muitos em que iremos comemorar juntas o aniversario dessa gatinha.
CARNIÇA, Heloize

Ela e a Maria Bethânia me deram o melhor bomdia em tempos difíceis. Muito amor.

FASOLINDO, Filipe
A carol é um livro fechado, mas sempre que espio por entre suas páginas, encontro a mesma coisa: um coração incrível.
BRAZ, Marcela “Vamos falar de mim”

É um aereoró pleaplan neonó, um avião, a loira do meu tchan.
POPOZUDA, Valesca Nathan

Constrangimento, vômito e diarréia são a base de qualquer amizade de sucesso. What's next?
CABEÇA, Ana

MORENO, Ivan
A que consegue encontrar o comentário correto para tornar a sua vergonhosa situação mais vergonhosa ainda (se é que isso é possível), porém, de maneira a torná-la engraçada e uma memória vexatória para o futuro.
PELLUCHI, Juliana

Cidadã ilustre
HOLAMBRA, Prefeito de
Única fã de Rogério Ceni que tem caráter
TOMIATE, Daniel
Olha como eu pulo num pé só
PIU, Stephanie

DALE
LUGANO, Diego
É a pessoa mais brega (e incrível) do mundo.
BREGA, Maria Emília
Minha salva-vida predileta. Sou grato por tudo, principalmente pelas voadoras que já deu em mim!
SILVA, Túlio
Hoje é #bday da #ke(dma)rol to levando ovo e farinha pra escola e vamos catar ela na saida kkkkkk to so imaginano a cara dela quando ver #truques #reginacelia #amigaserivais #iniamizades #festanaantena #velhice #caquética #bff
THAY, Bia Nantes
HOLAMBRA, Prefeito de
Única fã de Rogério Ceni que tem caráter
TOMIATE, Daniel
Olha como eu pulo num pé só
PIU, Stephanie

DALE
LUGANO, Diego
É a pessoa mais brega (e incrível) do mundo.
BREGA, Maria Emília
Minha salva-vida predileta. Sou grato por tudo, principalmente pelas voadoras que já deu em mim!
SILVA, Túlio
Hoje é #bday da #ke(dma)rol to levando ovo e farinha pra escola e vamos catar ela na saida kkkkkk to so imaginano a cara dela quando ver #truques #reginacelia #amigaserivais #iniamizades #festanaantena #velhice #caquética #bff
THAY, Bia Nantes
Hiroshima, Nagasaki, esquizofrenia e, desde então, só amor.
NENEM, Luiz

Eu? Mito? Vocês não conhecem a Carol
CENI, Rogério
Ter a Carol por perto é sempre um privilegio. É difícil encontrar uma pessoa que tenha todas as qualidades que constroem uma pessoa boa e linda de verdade. Mas ela tem. TODAS.
FABIANA, Dea
Aquela risada honesta. O tipo de pessoa que te anima mesmo nos piores dias. É difícil definir a Carol, mas sempre vem um sorriso ao pensar nela.
SANTIAGO, Evandro
Melhor que rosquinhas e cerveja
SIMPSON, Homer
Eu gosto muito da Carol, mesmo. Mas não sei escrever frases bonitinhos e carinhosas Portanto, para deixá-la feliz neste dia festivo, vou escrever algo que eu normalmente não escreveria: eu amo o Rogério Ceni. VAI TRICOLOR!
PE, Jota

How you doing?
Tribbiani, Joey
Pub Crawl, Tevez, Ezequiel, Kirsten, "não consigo", Milito, cassino, irlandesas doidas, shithead, futebol no hostel... Há exato um ano eu passava por um dos aniversários mais inesquecíveis da minha vida. E nem era o meu!
MELLONI, Gabriel

Rosas são vermelhas. Violetas são azuais.
LÃO, Cade

Juca. Balão. Crise na Atlética. Santa Rita do Sapucaí (chuva do caraio). Xixi no carro/poste/qualquer lugar. E de bola gato, você gosta? Chupa, Mackenzie!!!!!!!!Espírito Glee. PISCA. Cada vez que lembro de uma dessas coisas, e isso me faz tão bem, ela vem junto na memória...quando achei que não poderia sair mais nada de bom da Cásper, me aparecem ela e a Maria! UAU! Que esse seja só primeiro ano de muitos em que iremos comemorar juntas o aniversario dessa gatinha.
CARNIÇA, Heloize

Ela e a Maria Bethânia me deram o melhor bomdia em tempos difíceis. Muito amor.

FASOLINDO, Filipe
A carol é um livro fechado, mas sempre que espio por entre suas páginas, encontro a mesma coisa: um coração incrível.
BRAZ, Marcela “Vamos falar de mim”

É um aereoró pleaplan neonó, um avião, a loira do meu tchan.
POPOZUDA, Valesca Nathan

Constrangimento, vômito e diarréia são a base de qualquer amizade de sucesso. What's next?
CABEÇA, Ana

Tampinhas
aniversário,
celebração,
felicidade,
heroína,
parabéns
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Desejos Albicelestes
Amizade! Eu amo futebol e estou acompanhando a bela Copa América, com seus empates e jogos não muito emocionantes (entediantes) da Seleção Canarinho. Mas, há sempre algo no que podemos nos apoiar, e eu me apoio no Uruguai, não só por curtir o futebol do país, mas também por curtir as suas belezas naturais! Segue aqui minha pequena homenagem à Seleção Uruguaia, e agradecimentos a Deus por ter feito coisas tão lindas no mundo, como Diego Lugano. Ele está na Argentina, e eu desejo muito estar lá, pena que não estou! Almejo a Albiceleste pra poder chegar no muso Celeste! Olha, galera, taí um homem que Deus fez pra mim, na medida certa, com todos os ingredientes certos. Tenho nem palavras... é muita RAÇA!
Ai, gente... me dá uma dose tripla desse homem aí, que eu vou me embriagar de amor!
Beijo e bom final-de-semana!
Ai, gente... me dá uma dose tripla desse homem aí, que eu vou me embriagar de amor!
Beijo e bom final-de-semana!
Tampinhas
delícia,
desejos,
deus,
futebol,
gostoso,
homens,
jogador,
Lugano,
maravilhas,
quando Deus te desenhou ele tava namorando,
sonhos,
tudo de bom,
Uruguai,
vontade
terça-feira, 5 de julho de 2011
Bate a bunda no barril
Frio não é de Deus. A não ser que você more na Europa, Alaska, Canadá, Antarctica, Campos do Jordão ou Santa Rita do Sapucaí, frio não é algo muito agradável. Pense comigo: se for pra passar frio, melhor morar mesmo no Velho Continente, pois lá as roupas são feitas pra isso, as casas tem calefação e carpetes e coisas que deixam a gente quentinho.
Aqui não. Nesse fucking país de macacos de biquini e água de côco, praias e o caramba, é impossível sobreviver no frio. Tudo é aberto - e se não é proposital, é devido a algum buraco na parede -, não se vê muitas blusas quentíssimas pra temperaturas glaciais, mas em compensação, tem uma Havaianas em cada esquina. E eu sempre acreditei naquela bobagem de "ai, todo mundo fica mais chique no inverno, né?". Não. Não fica. Pelo menos não eu, que nesse momento to com a roupa do pijama por debaixo do moletom porque tava frio demais pra eu me despir essa manhã. E nem vou mencionar a tortura de vestir a gélida calça jeans, que aparentemente ficou pendurada do lado de fora da janela a madrugada toda.
Sou contra trabalhar no inverno, ou pelo menos contra trabalhar fora de casa. In loco é mais legal, in loco é mais legal! Tomando um chocolate quente, debaixo das cobertas, vendo uns filmes ruins - porém sensacionais - na Sessão da Tarde, tipo Ace Ventura ou Matilda. Tudo bem que isso não se qualifica como "trabalhar", mas já ta valendo, se nego ta sempre "ocupado" e na verdade ta vendo o Facebook alheio e lendo as últimas do Ego.
Ai, Luis, me traz logo um choconhaque porque minhas mãos já congelaram!
Aqui não. Nesse fucking país de macacos de biquini e água de côco, praias e o caramba, é impossível sobreviver no frio. Tudo é aberto - e se não é proposital, é devido a algum buraco na parede -, não se vê muitas blusas quentíssimas pra temperaturas glaciais, mas em compensação, tem uma Havaianas em cada esquina. E eu sempre acreditei naquela bobagem de "ai, todo mundo fica mais chique no inverno, né?". Não. Não fica. Pelo menos não eu, que nesse momento to com a roupa do pijama por debaixo do moletom porque tava frio demais pra eu me despir essa manhã. E nem vou mencionar a tortura de vestir a gélida calça jeans, que aparentemente ficou pendurada do lado de fora da janela a madrugada toda.
Sou contra trabalhar no inverno, ou pelo menos contra trabalhar fora de casa. In loco é mais legal, in loco é mais legal! Tomando um chocolate quente, debaixo das cobertas, vendo uns filmes ruins - porém sensacionais - na Sessão da Tarde, tipo Ace Ventura ou Matilda. Tudo bem que isso não se qualifica como "trabalhar", mas já ta valendo, se nego ta sempre "ocupado" e na verdade ta vendo o Facebook alheio e lendo as últimas do Ego.
Ai, Luis, me traz logo um choconhaque porque minhas mãos já congelaram!
Tampinhas
choconhaque,
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inverno,
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sessão da tarde,
trabalho
terça-feira, 28 de junho de 2011
Patinho Feio campeão!
Domingo, 26 de junho de 2011, mais ou menos 9 da manhã. Alguém gritava lá fora: "Vamo acordar, Cásper! Vamo acordar, Cásper!" Meus olhos não estavam abertos, sequer sabia realmente o que estava acontecendo, mas logo que despertei de verdade, me toquei: Hoje acaba. Bum! Meu muuundo caiu... Em meio a minha tristeza disfarçada, conversas sobre a falta de água no banheiro e vontades escatológicas, flashes da noite anterior: um grupo de rapazes arrastando carros parados na rua, pra o busão passar, frio, fome e dor nos pés. Levantei e logo me troquei. Fazia um puta de um vento gelado. Mochilinha, café-da-manhã, conversas sobre os jogos e bora pro busão!
No dia anterior ouvi uma das melhores estórias (sim, com e) da minha vida: mackenzie perdeu por WO no hand, contra a PUC-SP, por burrada da atlética, após criar uma rivalidade enorme com a Cásper e até correr atrás de jogadora fodida pra jogar com a gente! Pena que sem carteirinha não dá, né? Naquele domingo frio o sol se abriu e vimos o handebol masculino perder em um jogo disputadíssimo, no qual o título beijava a Cásper no rosto, e corria pro outro lado. Resultado: após muito sofrimento, após empatar no ÚLTIMO SEGUNDO DA PRORROGAÇÃO, perdemos na loteria mais maldita do mundo, os "pênaltis". Mas mantivemos as esperanças! E enquanto isso, em algum lugar, tinha bolinha pra lá, bolinha pra cá, e nem sabíamos o que nos aguardava!
Pouco tempo depois, estaríamos todos entoando um dos melhores cantos casperianos: o Campeão Chegou! Abraços, abraços e mais abraços. Arquibancada em polvorosa, atlética com champagne pro alto, eu com o coração na mão! Queria correr e gritar, mas nem voz mais eu tinha! Já era certo, éramos campeões! Teve até foto dos vencedores, mas mesmo assim, era esperado o momento da celebração maior, quando tudo acabasse de vez, e poderíamos soltar o grito que vinha preso na garganta há 18 anos! Na ginásio de vôlei já era festa, FESTA NA ANTENA! Rolou a última integração MetoCásperEca e a torcida era só alegria. Tomei um banho de chopp, vi tapa bem dado na cara, alegria estampada no rosto, guarda-chuva vermelho e branco, meninas da atlética sambando, atleta chapado de natação desfilando suas medalhas, amigos emocionados. Vi de tudo. E logo depois, via a Cásper ganhar o último título disputado no JUCA, de virada (que é mais gostoso), e daí aconteceu...
Mar vermelho. Nem arrisco dizer o número, mas a sensação era que havia milhões - os que estavam lá e os que não puderam estar. Eu não acreditava, não conseguia acreditar que aquilo era verdade, que finalmente tinha acontecido e que eu estava lá para testemunhar. Nunca choro, e nesse dia eu chorei, mas de alegria, que é o melhor. Abracei aquele que hoje está no topo de tudo isso que acontece na Cásper e ele me disse: Você não podia ir embora sem ganhar. Chorei mais ainda e pude ver o quanto aquilo tudo significava pra mim também. Eu, mera torcedora, me senti apenas uma célula em um organismo muito maior. Parece bobagem, né? É. Mas não é.
Hoje eu paro e penso em como aquilo tudo foi surreal, e também merecidíssimo para uma faculdade que nem quadra tem para jogar. Os "outsiders" do esporte fizeram história no maior evento de Comunicação e Artes. Musos do verão, que já sambaram com o Molejão e foram apadrinhados pelo Mallandro, que começaram como apenas mais uma faculdade que não apresentava perigo, e cresceram. Aqueles que "sentam na Antena", estudam em um prédio feio e cinza que nem São Paulo, mas que também fazem as melhores festas, tem a torcida mais heterogênea e descolada, e estão localizados no melhor lugar da cidade. Esses aí, os patinhos feios do JUCA agora dizem: Cê não tem escolha, olha e respeita. A Cásper é foda, a Cásper é foda...
Parabéns, pra nóis! Luis, agora me trás uma bebida caprichada, bota um Felipe Dylon no rádio e deixa eu sambar a minha vitória!
Tampinhas
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
JUCA é...
MUITA VIBE HOOLIGAN!
MUITA CERVEJA GELADA!
MUITA ANIMAÇÃÃÃO!
MUITA DOIDERA!!
MUITO TIRO NO PÉ!
MUITA MOLECAGEM!
MUITA ESTRIPULIA!
MUITA ZUERAGEM!
MUITA TRAVESSURA!
MUITA PIRULITAGEM!
MUITO GLU-GLU!
MUITO IÉ IÉ!
VAMO PRAS CABEÇA!
Tampinhas
Cerveja,
doidera,
felicidade,
hooligan,
juca,
rivalidade,
violência
Sensível demais

Dia de JUCA é sempre um dia de muitas reflexões. Se engana quem pensa que esse evento épico é apenas cerveja e putaria. Não, não! Sabe, podem me julgar, mas pra mim nada vai bater o significado que Harry Potter tem na minha vida. O livro, obviamente, por que eu acho os filmes bem zuadinhos até. Mas é uma coisa foda, porque marcou muito uma fase. Nada vai superar aquela sensação de ler pela primeira vez, descobrir os segredos da história madrugadas adentro. Eu sei, é tosco. Mas é verdade. Era um momento só meu, em que eu podia fugir pra esse mundo de bruxarias e vilanias. E tudo começou despretensiosamente, comecei a ler sem imaginar do que se tratava e virou o que virou. E a Cásper é mais ou menos o meu Harry Potter acadêmico.
Lembro exatamente do dia que passei na Cásper: a lista saiu um pouco mais cedo do horário programado, e meu nome estava lá na 23ª posição. Dei uma surtadinha louca junto com a minha mãe e a ansiedade começou. Não fazia ideia do que ia ser, o que eu ia fazer... Muito menos se queria ser jornalista. Mas a Cásper foi tipo aqueles amores arrebatadores! Aquele cara mais velho que seus pais não querem que você namore: e eles não queriam. Briguei muito pela Cásper - ela não era boa companhia. Ficava me levando pra lugares estranhos e me dava bebida. Ensinava coisas novas e eu ia perdendo o ar de menina. Meu irmão saía com a gente pra fiscalizar... Esse tal de Cásper ia de fato me desencaminhar.
E desencaminho. Fugi com a Cásper e nós vivemos uma louca história de amor. A gente se iludiu um com o outro, riu, caiu, vibrou! Me ensinou muitas coisas - não no sentido realmente acadêmico da coisa -, fiz excelentes amigos e momentos dignos de piada. Claro que tivemos a nossas crises, contestei todo aquela paixão... Mas a loucura amadureceu e virou amor. Hoje eu vejo que foi certo ter fugido, e me sinto tranquila. Sou realmente como aquelas garotas que saíram de casa com o badboy, sem saber o que queria da vida. Hoje, quatro anos depois, espero minha primeira gestação (não percam Histórias de Cangalha, numa loUcadora perto de você) que deverá chegar ao fim em meados de novembro. E ao olhar pra trás, vou ter certeza: faria tudo de novo, pois valeu a pena!
E vamo bebe!!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Post Filosófico
Lição pré-feriadão: na vida somos todos Freitas ou Frota.
Pensa nisso hoje.
Beijos
Pensa nisso hoje.
Beijos
Tampinhas
feriado,
filosofia de vida,
Freitas,
Frota,
lição
segunda-feira, 20 de junho de 2011
O homem da capa

O jornalista é um homem que errou de profissão
Bismarck
Não mede esforços de segunda a sexta-feira. Pronto para ação, final de semana é sinônimo de trabalho. Alguém em perigo? Estará lá pronto para... Anotar! A capa virou jeans e sobreposição de camisetas, e o distintivo um gravador. Com a vontade de ajudar os pobres e oprimidos, trazer a verdade à tona e livrar a Terra do incrível mal das injustiças. Queria ser herói – apenas –, errou no guichê de informações e acabou jornalista. Pior. Virou vilão.
Ninguém de livre e espontânea vontade levanta de manhã e decide ser jornalista. Não ter hora para trabalhar, cumprir plantões, ficar longe da família, quebrar a cabeça transformando assuntos técnicos em literatura infantil e ter um salário no melhor estilo trabalho voluntário. E o pior? Gostar! Gostar de ser xingado pela fonte, pelo editor, pelo revisor e pelos leitores. Ser a verdadeira antítese de Deus, afinal, a imprensa perde até para o demônio em pesquisa popular.
Deve constar algum tipo de erro nos manuais de teste vocacional. O certo seria mandar todo jovem com ímpetos de salvar o mundo através de suas palavras, fazer mais uns três anos de ensino médio. Isso, até decidir ser médico, engenheiro, advogado... Ou qualquer outra profissão bem aceita na sociedade – e na família: “Vai ser jornalista? Pra que? O que jornalista faz mesmo?”. Impossível pegar o diploma antes de ouvir uma dessas perguntas. Opa, eu disse diploma? Nem disso mais o jornalista pode ser gabar.
Definitivamente não é uma profissão para se querer, é preciso ser querido. Em todos os sentidos. Dá-lhe indicações, carisma e muita força de vontade. Daquelas que parecem ser vindas de outro mundo. Não é a toa que o alterego do Super-Homem era um jornalista. Não tem profissão mais apropriada para alguém de outro planeta. Quem mais teria como melhor amigo uma máquina de café? Erros de português são sua criptonita. E definitivamente precisa usar uma força descomunal para enfrentar o maior dos vilões, o terrível Fechamento.
Precisa sempre de um novo episódio para colocar seus poderes em ação. Uma batalha por dia é pouco e não se cansa. Lança mão de seu cinto de utilidades – e personalidades – e vai da comunicação corporativa até revistas de educação escolar, cobre lançamentos de novela e eleições políticas. No fim do dia, em vez da aclamação popular e o discurso ao lado do prefeito, volta para seu esconderijo nada secreto de olho na próxima missão.
Com seus superpoderes de invisibilidade, é capaz de se camuflar atrás das manchetes dos jornais. Tem que ser elástico e ter jogo de cintura para driblar um editor furioso e as contas que sobram no final do mês. Para pautas impossíveis? A capacidade de estar em dois eventos ao mesmo tempo e escrever em tempo recorde. Não tem teias poderosas, mas é capaz de enrolar assessores e fontes importantes. E para descobrir novidades? Nada como a arte da telepatia!
Alcunhas de fofoqueiro, bicão e intrometido são rotina. Poucos reconhecem, mas combater o mundo das notícias dá fome, e quem não adora jantar no coquetel do evento que está cobrindo? Jornalismo é mendigar, ser simpático com quem não se gosta, esconder a tietagem e fazer um grande uso da malandragem. Dá quase pra chamar de psicopata, mas é tudo necessidade da profissão. Se pudesse, denunciaria toda a corrupção, o trabalho infantil, a fome e salvaria a fauna e a flora.
Mas como não pode, segue sujando os sapatos na poça d’água em frente a redação. Porque são poucos os que realmente saem à rua. O furo de capa incrível com que sempre sonhou, ficou grudado no travesseiro. Não dá pra fazer grandes investigações pelo telefone e ninguém conta segredos por e-mail. O dedo foi podre para escolher? Mas é ótimo pra escrever. Jornalista pode ter errado na escolha, mas não admite. Afinal, a fonte era de confiança.
Tampinhas
amor,
cásper,
jornalista,
profissão,
reflexão
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Não aprendi a dizer adeus...
Caros leitores, Luiz, amigos da bancada, militantes, companheiras, companheiros, animais quadrúpedes e Ana Maria. Hoje venho até vocês com um dos posts mais difíceis que já tive - quiçá TEREI - que escrever na minha vida.
Quando eu tinha singelos 19 anos (Deus, isso faz muito tempo), minha vida era simplória. Não tinha a quem amar, e não era amada. Ninguém pra me trair, ninguém pra ser fiel. Possuía um emprego chato, com um salário pífio e minha única alegria era estudar (cê jura). Foi aí então que eu o conheci. Não, não era Jesus. Até porque se fosse, eu teria começado o texto com "eu era uma bêbada, que vivia drogada e hoje estou curada", mas não é esse o caso. Quero falar dele. Nossa história de amor começou em meados de março, por aí. Ouvia falar no bambambam desde que adentrei a Cásper. As meninas surtavam por causa dele, e os caras se vangloriavam do que faziam quando ele estava junto. Enfim, ele era o CARA.
Quando finalmente nos conhecemos, me arrepiei, senti a adrenalina passando pelas minhas veias - talvez fosse a Sukita gelada e o sol quente, talvez fosse o chão duro que causou concussões na minha cabeça. Senti que eu era dele e ele era meu, e juntos, éramos um só. Ele soube me vestir, me educar e me fez conhecer um mundo novo, cheio de samba, suor e sacanagem, amor, vibração e delírio. As batidas do meu coração possuíam um novo ritmo, contagiante. E assim nasceu o nosso amor.
Ah, como eu sofria de amor todos os anos... a espera por ele me matava, e quando se aproximava a hora de vê-lo, nossa, como eu ficava feliz! Como diria Eça de Queiroz: "sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!" Durante três anos, tivemos nossos encontros, quatro dias exclusivamente para ele. Eu me dediquei e me entreguei de corpo, alma e coração. Perdia a voz, a força, ficava exausta, mas tudo valia a pena. Foram três lindos anos... Mas como nem tudo na vida são flores, veio a hora da despedida. Desde o princípio já sabiámos que isso viria a acontecer. A separação era iminente. Não poderia seguir assim pra sempre.
Agora, no dia 26 de junho, eu terei que dizer adeus a ele, que me deu tantas alegrias nos últimos três feriados de Corpus Christi. Ele que me foi fiel, embora tivesse mais milhares de amores. Com o coração na mão, olharei pra trás e o verei ficar com um pedaço de mim. Enquanto o sol se põe, partirei de volta pra casa, relembrando os bons momentos de frenesi, alegria, embriaguez, tristeza, raiva, cansaço, felicidade e prazer. De certo, um mix de sensações que só ele mesmo poderia proporcionar. Compreendeu meus porres, minhas babaquices, minha falta de banho e até mesmo minhas péssimas condições físicas. Não tinha ciúme de outros, nem de meus amigos e sequer ligava de me ver sempre de camiseta vermelha e com uma caneca semi-suja na mão. Quer mais o quê?
Mas tudo acaba um dia, e o que foi paixão no começo, transformou-se em amor - desses de filme, incondicionais. Ele é meu cavaleiro andante. Enquanto penso nele, agora, há uma nuvem de lágrimas sobre os meus olhos, mas há também um calor - não daí de onde vocês tão pensando, ok? - que me faz esquecer da dor que virá e lembrar somente do melhor: drink all day, play all night. Daqui menos de uma semana vou reencontrar o meu amor e dizer: JUCA, EU TE AMO E VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR! Por isso, amigos, abracem vocês também suas canecas e venham comigo tirar uma casquinha desse LINDO e voltar pra casa com ótimas lembranças na memória, marcas de bons tempos no corpo e um coração VERMELHO, pulsando firme, cheio de gratidão pelos melhores dias dos últimos tempos da última semana.
Quando eu tinha singelos 19 anos (Deus, isso faz muito tempo), minha vida era simplória. Não tinha a quem amar, e não era amada. Ninguém pra me trair, ninguém pra ser fiel. Possuía um emprego chato, com um salário pífio e minha única alegria era estudar (cê jura). Foi aí então que eu o conheci. Não, não era Jesus. Até porque se fosse, eu teria começado o texto com "eu era uma bêbada, que vivia drogada e hoje estou curada", mas não é esse o caso. Quero falar dele. Nossa história de amor começou em meados de março, por aí. Ouvia falar no bambambam desde que adentrei a Cásper. As meninas surtavam por causa dele, e os caras se vangloriavam do que faziam quando ele estava junto. Enfim, ele era o CARA.
Quando finalmente nos conhecemos, me arrepiei, senti a adrenalina passando pelas minhas veias - talvez fosse a Sukita gelada e o sol quente, talvez fosse o chão duro que causou concussões na minha cabeça. Senti que eu era dele e ele era meu, e juntos, éramos um só. Ele soube me vestir, me educar e me fez conhecer um mundo novo, cheio de samba, suor e sacanagem, amor, vibração e delírio. As batidas do meu coração possuíam um novo ritmo, contagiante. E assim nasceu o nosso amor.
Ah, como eu sofria de amor todos os anos... a espera por ele me matava, e quando se aproximava a hora de vê-lo, nossa, como eu ficava feliz! Como diria Eça de Queiroz: "sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!" Durante três anos, tivemos nossos encontros, quatro dias exclusivamente para ele. Eu me dediquei e me entreguei de corpo, alma e coração. Perdia a voz, a força, ficava exausta, mas tudo valia a pena. Foram três lindos anos... Mas como nem tudo na vida são flores, veio a hora da despedida. Desde o princípio já sabiámos que isso viria a acontecer. A separação era iminente. Não poderia seguir assim pra sempre.
Agora, no dia 26 de junho, eu terei que dizer adeus a ele, que me deu tantas alegrias nos últimos três feriados de Corpus Christi. Ele que me foi fiel, embora tivesse mais milhares de amores. Com o coração na mão, olharei pra trás e o verei ficar com um pedaço de mim. Enquanto o sol se põe, partirei de volta pra casa, relembrando os bons momentos de frenesi, alegria, embriaguez, tristeza, raiva, cansaço, felicidade e prazer. De certo, um mix de sensações que só ele mesmo poderia proporcionar. Compreendeu meus porres, minhas babaquices, minha falta de banho e até mesmo minhas péssimas condições físicas. Não tinha ciúme de outros, nem de meus amigos e sequer ligava de me ver sempre de camiseta vermelha e com uma caneca semi-suja na mão. Quer mais o quê?
Mas tudo acaba um dia, e o que foi paixão no começo, transformou-se em amor - desses de filme, incondicionais. Ele é meu cavaleiro andante. Enquanto penso nele, agora, há uma nuvem de lágrimas sobre os meus olhos, mas há também um calor - não daí de onde vocês tão pensando, ok? - que me faz esquecer da dor que virá e lembrar somente do melhor: drink all day, play all night. Daqui menos de uma semana vou reencontrar o meu amor e dizer: JUCA, EU TE AMO E VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR! Por isso, amigos, abracem vocês também suas canecas e venham comigo tirar uma casquinha desse LINDO e voltar pra casa com ótimas lembranças na memória, marcas de bons tempos no corpo e um coração VERMELHO, pulsando firme, cheio de gratidão pelos melhores dias dos últimos tempos da última semana.
Era uma vez...

... Duas garotinhas gordas que trabalhavam juntas. A alimentação pesada as uniu numa amizade baseada no colesterol alto e na propensão à diabetes, que prosperou gordurosamente. Foram muitos pacotes de Negresco, Chocolícia e Bis divididos na redação. Gavetas de mantimentos se encheram e esvaziaram. Sacos de salgadinho foram devorados antes do almoço e uma quantidade sem fim de carolinas limão fizeram parte desta história.
Mas todo doce tem seu fim, e elas foram ameaçadas devido ao grande surgimento de formigas ao redor de suas mesas. Um dia, uma dessas garotas trouxe bolinhas crocantes de chocolate, também conhecidas como "Chumbinho de Gordo". Comiam e riam, afinal... as bolinhas não faziam migalhas e não deixariam vestígios. Até que o inesperado aconteceu: Juicicleide - já conhecida do público do PPP - com suas mãos besuntadas de manteiga da vida deixou uma das bolinhas cair no chão, e assim dava-se início a epopeia que marcaria a vida de todos: onde estaria o chumbinho de gordo perdido?
Aproveitando a redação vazia e a distração dos poucos presentes, elas se jogaram ao solo e vasculharam tudo. Em vão. Juci, the juicy, já quase chorava vista sua eminente demissão. O chumbinho de gordo havia realmente as atingido. Perdido nas profundezas do submundo da CSI Editora - onde grandes e incríveis coisas acontecem - ele se proliferaria em fungos e atrairia os animais mais imundos da face da terra.
Porém, Juici não se deu por vencida. Não sabia que era impossível, foi lá e fez: em sua última expedição. Cerca de 150 centímetros do local de lançamento, o tão temido chumbinho de gordo foi encontrado dentro da canaleta metálica da mesa de sua editora. Num ímpeto de glória e desenfreamento ela saiu correndo, vibrando... Esqueceu de tudo e de todos, levantou a camisa na cabeça e comemorou. E num último ato de desforra, comeu o tão procurado chumbinho. Brinks. Fim
Michael Jackson is not dead

Lulis, vem pra cá brindar
Só vim aqui celebrar que hoje é sexta. Faltam cinco dias para o JUCA e domingo tem cervejada de meu deus.
Tem coisa melhor que ter expectativas? Mas, sabe... tenho medo delas. Geralmente quando eu estou bodiada as coisas são sensacionais. E quando eu to animada tudo fica cagado. Então, dessa vez assumo o compromisso público de quebrar tabus pessoais.
Ai, to impossível.
Caba não, mundão.
Besos
Tampinhas
beber,
felicidade,
glória eminente,
juca,
juventude
segunda-feira, 13 de junho de 2011
TODOS ODEIA
MY PARTY PEOPLE!
Após um fim-de-semana ANTÁRTICO (e me refiro ao frio, não à cerveja), cheio de aventuras em Mogi das Cruzes, em meio a baloeiros, crianças e cachorros, lendas e mitos, fandangos e cheetos (rimou), e muita, mas muita força de vontade, eu, Maria e nossa honrada colega Heloiza Carniça fomos assistir à uma final de futsal femino entre Engenharia Mackenzzzzz e Cásper Líbero, a soberana. Nosso outro honrado colega Morais, estava lá para torcer por sua namorada, craque, dona da camisa 10. Parte da linda torcida casperiana também estava lá, assim como a bateria de ritmo chapa quente!
Eu, particularmente, tenho um apreço especial por esse tipo de ocasião, e como o JUCA se aproxima, achei justíssimo assistir ao jogo e tive o prazer de ver as meninas sendo campeãs - o que era de se esperar. O mais importante de tudo isso é que eu pude soltar o meu último primeiro grito de CHUPA, MACKENZIE! oficial do ano. E a partir dessa constatação, trago a vocês a prova de que não sou somente eu e nem meus colegas casperianos e das outras faculdades de comunicação, que detestam essa "faculdade". Apresento à vocês o nosso primeiro nome subime, entoando a linda frase: ladies and gentleman, com vocês, o ídolo da infância de todos, Lucas Silva e Silva:
Como existem MUITOS desses vídeos por aí, deixo a dica para quem quiser: aqui vemos o pop Thiago Leifert e a descolada Marina Person, timidamente mandando a galerinha meia-tigela da Consolação chupar. Quem sabe eu possa me encontrar nessa posição de celebridade, um dia, em uma palestra para futuros casperianos - que nesse momento devem estar brincando em algum lugar por aí, sem saber que farão parte dessa coisa linda da vida -, encher a boca pra falar essa belíssima frase.
Para aqueles que compartilham comigo o sangue vermelho e branco que corre nas veias, apresento todos aqueles que mandaram o recado diretamente para as Sardinhas e vestiram a camisa casperiana! Primeiro, o mestre, o ídolo, aquele que REALMENTE deveria ter um busto na entrada da Fundação - com todo o respeito com o senhor Cásper Líbero. Sergio, o Mallandro.
E também, o querido grupo que tomo a liberdade de declarar, humildemente, escreveu praticamente a trilha sonora da vida de todo o casperiano que se preze! E ainda deu inspiração pra nome de festa! Um abraço pro pessoal do...
É claro que ninguém quer perder a oportunidade de disseminar essa mensagem de amor e compreensão, então a galera também pediu a gentileza para o doce Freddy Mercury Prateado e para o humorista que está sempre DE OLHO em você, Fernando Caruso. Mas, devo dizer, que uma das mais recentes conquistas é daquelas de deixar qualquer um pagando pau, até os próprios virgens da consolação. Nada como um pentacampeão do Mundo e de carisma. Santificado seja o vosso nome!
E, para concluir, eu puxo a sardinha pro meu lado e mostro a vocês todos como eu sou uma bela de uma doutrinadora - que o diga ele, meu primo de 3 anos de idade (na época), cuja mãe estudou na escolinha presbiteriana...
Agora, meus amigos, meus amores, peço que vocês aproveitem bem a semana, preparem-se para o JUCA (para os que vão), lamentem (os que não vão) e comecem a semana dizendo para a pessoa do seu lado: CHUPA, MACKENZIE!
Beijos
Tampinhas
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